CASSAÇÃO ANULADA

Edna diz: ‘Vou fazer o que todos os vereadores fazem, não vou dar mais satisfação sobre verba indenizatória’

Edna Sampaio (PT), preferiu não comentar se vai manter ou não o mesmo sistema de controle de verba indenizatória

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Política

ednasampaio.com.br

Após retornar ao mandato via decisão judicial, a vereadora por Cuiabá, Edna Sampaio (PT), preferiu não comentar se vai manter ou não o mesmo sistema de controle de verba indenizatória que culminou em sua cassação sob acusação de apropriação ilegal do recurso recebido pela sua ex-chefe de gabinete, Laura Abreu.
A vereadora comentou que só vai voltar a comentar sobre o assunto quando todos os parlamentares forem obrigados a prestar contas do recurso.
“Vou fazer o que todos os vereadores fazem, não vou dar mais satisfação sobre o uso da verba indenizatória. Quando todos forem obrigados a publicarem as suas prestações de contas, quando forem obrigados a dizer como que eles gastam o recurso da verba indenizatória, eu estarei pronta para fazê-lo também, porque eu não sou nem mais nem menos que qualquer vereador ou vereadora”, disse em entrevista coletiva nesta quinta-feira (23).
Durante o período da tramitação do processo disciplinar, Edna destacou que todos os recursos destinados ao gabinete eram anexados em conta conjunta para melhor administração, além disso, ela apontou que a legislação sobre o tema não é clara.
Ela comentou que não vai aceitar discursos moralistas de alguns de seus colegas e ressaltou que se estivessem preocupados com o zelo pela administração pública, os parlamentares teriam aceitado instaurar um processo para investigar a gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).
“Eu não cometi nenhum crime e também não vou mais aceitar que essa balela hipócrita de dizer que a vereadora Edna Sampaio enlouqueceu em 30 anos de vida pública, em 4 meses e passou a gastar, a enriquecer com 20 mil reais, que esse seja o problema. Esse não é o problema. O problema é que a Câmara Municipal de Cuiabá e o campo político, as elites políticas desse Estado não suportaram uma mulher preta, inteligente, capaz de se posicionar em nome daqueles que nunca tiveram oportunidade de se posicionar na Câmara Municipal”, disse.

“Não vou admitir é que a hipocrisia de muitos ali, que eu sei muito bem como é que funciona a questão da verba indenizatória, venha com um discurso moralista e indigno me acusar de coisas que eu nunca, jamais pratiquei na minha vida”, complementou.

 

 

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Presidente da Comissão de Infraestrutura, Moretto, cobra agilidade e soluções para destravar obras em Mato Grosso

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O presidente da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos), cobrou agilidade na execução de obras públicas e soluções para entraves que prejudicam o desenvolvimento da infraestrutura estadual. Durante reunião realizada nesta terça-feira (27), o parlamentar destacou a necessidade de revisar preço, fiscalizar o cumprimento dos contratos e melhorar o diálogo com as empresas e produtores rurais.

Moretto chamou a atenção para obras atrasadas na Região Oeste, onde produtores contribuíram com projetos e áreas necessárias à execução dos serviços. Ele criticou empresas que assumem contratos sem capacidade para cumprir os cronogramas e defendeu mais responsabilidade na execução das obras.

“Toda empresa é bem-vinda, mas precisa pegar a obra, trabalhar e entregar para a nossa população”, afirmou.

Outro problema apontado pelo parlamentar envolve a liberação de áreas e cascalheiras, que podem provocar paralisações, alterações nos projetos e aumento dos custos. Moretto defendeu maior agilidade nos processos para solução dessas situações, respeitando a legislação.

O deputado Nininho (Republicanos) participou da reunião e também defendeu a revisão de preços e fiscalização de obras, considerando o aumento dos custos de insumos e mão de obra. Para ele, é necessário buscar um equilíbrio que permita às empresas continuarem atuando, executando obras de qualidade e mantendo a saúde financeira.

“Precisamos fazer essa intermediação junto ao governo, à secretaria e ao Sindicato da Construção para encontrar um meio-termo que seja justo. Só se faz uma obra de qualidade quando se tem um preço justo”, destacou Nininho.

Como encaminhamento, os parlamentares propuseram reuniões e ou audiências públicas com representantes de Sindicatos Rurais, empresas e com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) para discutir os entraves e buscar soluções conjuntas.

“A infraestrutura não pode ser lenta e demorada em um estado que anda tão rápido”, ressaltou Moretto, ao reafirmar o compromisso da comissão com o avanço das obras e o desenvolvimento de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT



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