Mato Grosso

Governo avança na restauração de 79,8 quilômetros da MT-246

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação.

A restauração 34,6 quilômetros da MT-246 está com 71,68% dos serviços concluídos e deve ser finalizada ainda neste semestre. A obra do Governo do Estado, por meio da secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), vai melhorar o acesso ao município de Barra do Bugres (165 km de Cuiabá).

A revitalização é executada no trecho que vai do entroncamento da BR-163/364, no Trevo de Jangada, até chegar na ponte sobre o Rio Currupira, na MT-246. O investimento é de R$ 16 milhões, oriundos do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Turismo de Mato Grosso (Prodestur).

Além desse trecho na MT-246, o Governo do Estado também realiza a revitalização em parte da rodovia que vai da ponte sobre o Rio Currupira até chegar ao município, totalizando 45,2 quilômetros. Nesse trecho, já foram realizados 76,47% dos serviços e as obras estão temporariamente sem atividades para readequação do projeto. O investimento é de R$ 21 milhões também do Prodestur.

Com a conclusão dos dois lotes das obras, totalizando 79,84 quilômetros de revitalização, haverá a melhoria da trafegabilidade na região de Barra do Bugres, facilitando o acesso dos usuários do município a cidades como Acorizal e Jangada.

Marcos Vergueiro/Secom-MT

De acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, as restaurações fazem parte do pacote de obras que o Governo do Estado tem feito na Região Médio-Norte.

“Temos muita obra nessa região, que são importantes. Toda essa região está sendo muito beneficiada pelo Governo Mauro Mendes”, disse o secretário.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em


Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA