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Vinte e oito mil mascaras são entregues em todo o Estado

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Da Redação

O Governo do Estado entregou nesta quinta-feira (30) cerca de 28 mil máscaras em 17 municípios onde foram diagnosticados casos do novo coronavírus. A ação ocorreu simultaneamente em locais de grande circulação, como forma de incentivar o uso do equipamento na prevenção da Covid-19 e faz parte da campanha “Eu cuido de você, você cuida de mim”.

A ação priorizou cidades em que há casos confirmados da doença e é coordenada pela Secretaria de Planejamento e Gestão em parceria com o Corpo de Bombeiros. Além das máscaras, foram entregues panfletos com dicas de utilização e higienização à população, visando a prevenção da propagação do vírus. A previsão é distribuir 150 mil máscaras artesanais durante a campanha.

De acordo com o titular da Seplag, Basílio Bezerra, a realização dessa campanha simultânea nos 17 municípios visa sensibilizar as pessoas. “Ao usarmos a máscara protegemos quem está próximo e quem está próximo nos protege. É uma atitude simples, mas que aliada às outras formas de prevenção traz resultados muitos positivos e eficazes”.

A partir da próxima terça-feira (05) o uso de máscaras, mesmo que artesanais, passa a ser obrigatório dentro do território mato-grossense e o estabelecimento comercial que permitir a entrada de clientes sem o equipamento poderá ser multado em R$ 80 reais por pessoa.

De acordo com a tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Sheila Sebalhos, a intenção do Governo não é multar, mas sim conscientizar a população de que o uso da máscara é umas das melhores maneiras de prevenir a propagação do vírus.

“Estamos desde o início de abril indo às ruas, conversando com a população e orientando sobre a importância do uso da máscara na prevenção da doença. E a partir da próxima semana a fiscalização começará a ser feita”.

Durante a entrega, a população foi orientada sobre o uso obrigatório da máscara e, ainda, a manter um distanciamento mínimo de 1,5 metros entre si, além de lavar constantemente as mãos e utilizar álcool em gel para higienização. Também foram entregues panfletos com discas de utilização e higienização do equipamento.

A ação ocorreu nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Campo Novo do Parecis, Chapada dos Guimarães, Primavera do Leste, Barra do Garças, Tangará da Serra, Cáceres, São José dos Quatro Marcos, Mirassol D´Oeste, Alta Floresta, Juína e Pontes e Lacerda.

Foto: Christiano Antonucci/GOVMT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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