Novos Empregos
Marfrig participará da Feira de Empregos da Indústria e Comércio em Cuiabá
Marfrig, uma das maiores empresas do mundo no setor alimentício vai participar da Feira de Empregos da Indústria e Comércio nessa terça-feira (31),
Economia
A Marfrig, uma das maiores empresas do mundo no setor alimentício vai participar da Feira de Empregos da Indústria e Comércio que será realizada nessa terça-feira (31), que tem como objetivo potencializar a empregabilidade, estabelecendo uma ponte entre empresas e candidatos em busca de oportunidades. O evento acontece no Centro de Eventos Fatec Senai, Av. XV de novembro, 303, Cuiabá-MT, com início às 07h e término às 20h.
A Marfrig é líder global em produção de hambúrgueres e uma das maiores empresas de carne bovina do mundo, estará presente ofertando 500 vagas de emprego na unidade de Várzea Grande, em Mato Grosso.
“As novas vagas irão compor nosso quadro de colaboradores. Somos cerca de 4 mil funcionários apenas no complexo industrial de Várzea Grande e isso reforça a robustez e excelência da nossa unidade”, conta Cláudia Medeiros, gerente de Recursos Humanos da Marfrig em Várzea Grande.
No decorrer do evento, os interessados terão a chance de participar de entrevistas de recrutamento diretamente com os profissionais da Marfrig que estarão presentes. Cláudia explica que as oportunidades são prioritariamente para auxiliar operacional. “Mas, temos vagas também para coletor de dados, desossador e refilador. Há oportunidades também, para pessoas com deficiência”, destacou a gerente.
SERVIÇOS
O que: Feira de Empregos da Indústria e Comércio de Mato Grosso
Quando: 31 de outubro (terça-feira), das 7h às 20h
Onde: Local: Fatec Senai – Av. XV de Novembro, 303 – Porto, Cuiabá-MT
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Economia
Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral
O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.
Principais números
- Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
- Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
- Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
- Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).
Câmbio
O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.
A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.
Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.
No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.
Ibovespa
O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).
A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.
Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.
Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.
* Com informações da Reuters
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