Novos Empregos
Marfrig participará da Feira de Empregos da Indústria e Comércio em Cuiabá
Marfrig, uma das maiores empresas do mundo no setor alimentício vai participar da Feira de Empregos da Indústria e Comércio nessa terça-feira (31),
Economia
A Marfrig, uma das maiores empresas do mundo no setor alimentício vai participar da Feira de Empregos da Indústria e Comércio que será realizada nessa terça-feira (31), que tem como objetivo potencializar a empregabilidade, estabelecendo uma ponte entre empresas e candidatos em busca de oportunidades. O evento acontece no Centro de Eventos Fatec Senai, Av. XV de novembro, 303, Cuiabá-MT, com início às 07h e término às 20h.
A Marfrig é líder global em produção de hambúrgueres e uma das maiores empresas de carne bovina do mundo, estará presente ofertando 500 vagas de emprego na unidade de Várzea Grande, em Mato Grosso.
“As novas vagas irão compor nosso quadro de colaboradores. Somos cerca de 4 mil funcionários apenas no complexo industrial de Várzea Grande e isso reforça a robustez e excelência da nossa unidade”, conta Cláudia Medeiros, gerente de Recursos Humanos da Marfrig em Várzea Grande.
No decorrer do evento, os interessados terão a chance de participar de entrevistas de recrutamento diretamente com os profissionais da Marfrig que estarão presentes. Cláudia explica que as oportunidades são prioritariamente para auxiliar operacional. “Mas, temos vagas também para coletor de dados, desossador e refilador. Há oportunidades também, para pessoas com deficiência”, destacou a gerente.
SERVIÇOS
O que: Feira de Empregos da Indústria e Comércio de Mato Grosso
Quando: 31 de outubro (terça-feira), das 7h às 20h
Onde: Local: Fatec Senai – Av. XV de Novembro, 303 – Porto, Cuiabá-MT
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Economia
Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês
As novas medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos combustíveis terão custo estimado de R$ 7 bilhões por mês, informou nesta quarta-feira (9) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

O pacote inclui redução de tributos sobre gasolina e etanol e uma nova subvenção ao diesel, em meio à alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.
“Estamos fazendo uso do espaço fiscal de que dispomos, sem pedir espaço adicional”, declarou Moretti.
Gasolina e etanol
Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva reduz em R$ 0,63 por litro as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a gasolina, fazendo a cobrança cair para R$ 0,16 por litro.
Para o etanol hidratado, os tributos federais serão zerados temporariamente, com redução de R$ 0,19 por litro.
As medidas valem de 10 de setembro a 9 de outubro e substituem a subvenção anterior da gasolina, de R$ 0,44 por litro. O impacto estimado da desoneração da gasolina e do etanol é de R$ 2 bilhões por mês.
Subsídio ao diesel
Medida provisória autoriza nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel rodoviário para produtores e importadores. O valor será regulamentado pelo Ministério da Fazenda e revisado a cada 30 dias, podendo ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado.
O custo estimado é de R$ 5 bilhões em setembro, dependendo da adesão das empresas.
Custo total
Somadas as novas medidas, o impacto mensal chega a R$ 7 bilhões. Com a atual subvenção de R$ 1,12 por litro de diesel, que termina em 27 de setembro e custa R$ 5,5 bilhões por mês, o impacto sobre as contas públicas em setembro será de R$ 12,5 bilhões.
Entre março e agosto, o governo gastou ou deixou de arrecadar R$ 25 bilhões com medidas para conter os preços dos combustíveis. Com setembro, a conta chega a R$ 37,5 bilhões em 2026.
Recursos
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que o governo espera mais de R$ 10 bilhões em receitas extraordinárias de petróleo para financiar as desonerações.
“A estimativa de receitas extraordinárias para esse período será de mais de R$ 10 bilhões”, disse.
A subvenção do diesel será financiada por crédito extraordinário editado por medida provisória. O impacto será incorporado ao próximo Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, previsto para 24 de setembro.
O relatório traz orientações para a execução do Orçamento. Caso necessário, o governo poderá bloquear gastos não obrigatórios para cumprir os limites de despesas do arcabouço fiscal.
Alta do petróleo
Moretti rejeitou a avaliação de que o pacote tenha caráter populista e afirmou que as medidas são temporárias e buscam reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo.
“Essa é uma política de suavização de preço, de mitigação dos efeitos da guerra sobre os preços de derivado. Portanto, não há uma redução artificial. Não há distorção de preço relativo, não há um uso, digamos, populista desse instrumento”, afirmou.
O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou a US$ 101,21 nesta quarta-feira, com alta de 3,36%. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que “as medidas buscam amortecer, de forma temporária, os efeitos dessa conjuntura internacional sobre o mercado doméstico”.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu ações temporárias para proteger a população e classificou como boa prática a adoção de “medidas limitadas e temporárias”.
Segundo o governo, as medidas anteriores ajudaram a conter os preços. Durante a guerra, o diesel caiu 6% no Brasil, enquanto subiu 25% na Alemanha. Apesar da queda recente, os preços brasileiros ainda estão acima dos níveis anteriores ao conflito.
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