REPRESENTANTE DO VALE DO ARAGUAIA
Segundo suplente do PP, Moacyr Couto assume cadeira na ALMT
O segundo suplente do PP é de Barra do Garças. Licença é de 121 dias
Política
O suplente de deputado estadual Moacyr Couto Filho (PP) assumiu, durante sessão ordinária nesta quarta-feira (11), na Assembleia Legislativa, por 121 dias.
Empresário, Moacyr Couto Filho é o segundo suplente do PP e tem base política na região do Vale do Araguaia. O primeiro suplente da vaga, médico Arnaldo Xavier, de Mirassol D’Oeste, cedeu espaço para que Couto Filho estreasse na Assembleia e representasse a região do Araguaia, que conta apenas com um deputado, o médico Dr. Eugênio, de Água Boa.
“Assumo durante a licença do deputado Paulo Araújo. Mesmo que temporariamente, quero deixar uma marca. Foram quase 13 mil votos distribuídos em 117 municípios do nosso estado. Os compromissos assumidos em palanque serão os meus propósitos nesta Casa de Leis. Estejam certos que saberei honrar a confiança de todos vocês”, disse o suplente em plenário.
Moacyr Couto fez questão de agradecer o deputado Paulo Araújo. “Agradeço ao deputado Paulo Araújo e demais lideranças do PP que entenderam que política se faz com união e desprendimento, onde todos podem atuar em conjunto pelo bem de sua comunidade. É a certeza que Barra do Garças volta ao cenário estadual com um legitimo representante na Assembleia”, destacou.
O deputado Dr. Eugênio (PSB) deu as boas-vindas ao deputado Moacyr Couto. “Há muitos anos nosso Araguaia não tinha dois representantes como ocorre agora neste Parlamento. Temos pautas importantes para a região, como a [pauta] das áreas úmidas do Araguaia. Você chega num momento histórico, num momento em que 30% das obras do Governo do Estado estão no Araguaia. Tenho certeza que vamos transformar a região”, disse o parlamentar.
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Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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