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Empresário do Agronegócio de MT obtém HC e fica em silêncio em CPI dos atos de 8 de janeiro

o empresário do agronegócio e ligado ao bolsonarismo, Argino Bedin, conseguiu um habeas corpus para permanecer em silêncio

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Política

Poder 360

Na avaliação do Supremo Tribunal Federal (STF), um dos suspeitos de participar ativamente dos atos considerados golpistas em 8 de janeiro, o empresário do agronegócio Argino Bedin é ligado ao bolsonarismo. O agricultor conseguiu um habeas corpus para permanecer em silêncio durante o seu depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Comissão (CPMI) de 8 de janeiro nesta terça-feira (3). O supremo considera que o empresário teria financiado as citadas manifestações.

Ministro Dias Toffoli concedeu o HC. Bedin foi convocado após o relatório da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) identificar o produtor como um dos empresários que estariam financiando os atos de bloqueios nas rodovias mato-grossenses contra o resultado das eleições que elegeu Lula (PT) presidente.

Segundo a Agência de Inteligência, 72 caminhões eram de Mato Grosso. Destes, segundo a ABIN, 16 seriam de sua família, sendo 5 do próprio Bedin.  Questionado sobre o relatório da ABIN, Bedin afirmou que permanecerá em silêncio em todos as perguntas feitas.

Empresário do agronegócio Bedin é da região de Sorriso (397 km de Cuiabá-MT), sócio de pelo menos nove empresas e teve as contas bloqueadas por decisão do STF. Ele é ouvido na condição de testemunha.  O empresário é suspeito também de ter financiado os acampamentos na beira das rodovias mato-grossenses após o 2º turno das eleições, quando bolsonaristas não reconheciam o resultado das urnas. No entanto, Argino Bedin nega todas as acusações.

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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