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Em crítica a Júlio Pacheco, Hazama diz que momento é de trabalhar para salvar vidas e não de fazer política

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Da Redação

“Manda quem pode, obedece quem tem juízo, o grupo tem um líder e a orientação é para não mexer com política agora, que o momento é de canalizar forças para salvar vidas em Várzea Grande”, declarou o vice-prefeito José Hazama, ao ser questionado sobre a organização da sua pré-candidatura.

Hazama ainda teceu duras críticas aos políticos que estão tentando movimentar o “tabuleiro” da política, neste momento em que a maior preocupação é com a saúde e resguardar da vida da população.

“Júlio Pacheco é presidente do partido (DEM) no município, ele não faz parte da administração, pode falar e fazer o quiser, mas nós da administração estamos seguindo as orientações do líder, que no momento é para fazer de tudo para proteger o nosso povo”, explicou.

Para Hazama, no momento certo e hora certa, o grupo estará trabalhando nas articulações políticas, que tem como objetivo dar continuidade ao excelente serviço prestado pela prefeita Lucimar Campos.

“A base do nosso grupo político está montada, e temos um diferencial, não ficamos apenas nos discursos e promessas, já temos serviços prestados nos quatro cantos da cidade, conhecemos e levamos melhorias para vários bairros, a gestão Lucimar vai deixar um legado de assistencialismo e desenvolvimento para Várzea Grande”, explicou Hazama.

Hazama evitou em falar da sua pré-candidatura, só disse que está à disposição do grupo, seja para disputar ou para apoiar o nome indicado.

Segundo informações de bastidores, o grupo da família Campos que é composto por várias lideranças, como o senador Jayme Campos, a prefeita Lucimar Campos e o ex-governador Júlio Campos, possui até o momento três nomes como pré-candidatos, para passar pela prova das pesquisas populares.

O vice-prefeito José Hazama, o secretário de governo Kalil Baract e o diretor da empresa União Transporte e presidente do DEM em Várzea Grande, Júlio Pacheco são até o momento, os nomes mais cogitados para receberem a benção do grupo, para disputar as próximas eleições.

Por outro lado, já existem informações de que o secretário de obras, Luiz Celso, como também, o secretário de educação, Sílvio Fidelis estão correndo por fora, com objetivo de viabilizar seus nomes para uma eventual disputa.

Foto: lapadalapada

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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