Mato Grosso

Governo repassou 25 mil litros de álcool 70% para Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis

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Mato Grosso

Da Redação

O Governo de Mato Grosso repassou para todas as prefeituras e órgãos públicos, além de hospitais filantrópicos e associações, o total de 119.204 litros de álcool 70%. O produto é um dos principais aliados na prevenção ao coronavírus, por ter características anti-sépticas e desinfetantes.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), responsável por receber as doações, fazer o controle do estoque e disponibilizar o produto, a Prefeitura de Cuiabá, por exemplo, recebeu 12.803 litros. Conforme a planilha de distribuição, o produto foi repassado para secretarias, policlínicas, postos de saúde, Hospital São Benedito e o novo Pronto Socorro.

A segunda maior cidade do Estado, Várzea Grande, recebeu a quantia de 2 mil e para Rondonópolis foi repassado 9 mil litros de álcool 70%.

“Estamos atendendo todos os prefeitos, órgãos públicos, instituições, entidades e associações que nos procuraram. O momento é de solidariedade e de distribuir tudo que nós conseguimos receber em doações para todos que precisam”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

Os mais de 119 mil litros de álcool já distribuídos foram doados por usinas localizadas no Estado. Sendo elas: Barralcool AS, Brenco-Atvos, Destinalaria Novo Milênio I, Corpodia, Uisa As, Destilaria de Álcool Libra, usimat, FS Bionergia, Inpasa Agroindustrial, Usina Safras Biocombustíveis. 

“São parceiros importantíssimos que entenderam o momento pelo qual a saúde passa. Graças a essas doações que conseguimos garantir a segurança de quem está trabalhando não só nos hospitais, mas nas ruas como é o caso das forças de segurança e nos órgãos da administração”, ressaltou Miranda.

 

Foto por: Tchélo Figueiredo – SECOM/MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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