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Júlio Pacheco: é o único pré-candidato do grupo que mora e vivencia o cotidiano de Várzea Grande

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Da Redação.

Mesmo com a iminência na alteração na data da realização das eleições municipais, prevista para acontecer no próximo mês de outubro, os bastidores do cenário político em Várzea Grande, está ficando cada vez mais quente, como acontece na disputa interna no Paço Couto Magalhães, para obter o apoio da família Campos.

Segundo informações de bastidores, a família Campos teria três pretendentes com intenção de disputar as próximas eleições, sendo eles:

O vice-prefeito, José Azama (DEM).

O secretário de governo, Kalil Baracat (MDB).

O diretor da empresa União Transporte, Júlio Pacheco (DEM).

Júlio Pacheco disse que está trabalhando para formar a sua base, construindo um grupo que terá condições de disputar as eleições para ganhar.

“Eu acredito muito na democracia, o DEM vai ter candidatura própria em Várzea Grande, um grupo muito forte, o partido tem nomes como do senador Jayme Campos, do ex-governador Júlio Campos e da prefeita Lucimar, vejo que o nome do candidato será escolhido em convenção partidária”, disse Júlio Pacheco.

“Segundo informações de bastidores, o maestro está ditando o ritmo da música para os pré-candidatos dançarem”.

Para Pacheco, ele está em vantagem frente aos demais pré-candidatos do grupo, já mora e vivencia o cotidiano da cidade industrial, ao contrário daqueles que trabalham ou tem empresas em Várzea Grande, e decidiram viver e mora em Cuiabá.

“Nós do DEM temos nomes para disputar as próximas eleições municipais, eu não acredito que o grupo da família Campos irá apoiar alguém fora do DEM, como candidato a prefeito de Várzea Grande”, explicou Pacheco.

Júlio disse que o partido DEM já conta com 30 pré-candidatos a vereador, sendo oito com mandatos, 12 homens e dez mulheres sem mandatos.

Estamos trabalhando para dar continuidade ao serviço que a prefeita Lucimar está proporcionando a nossa cidade.

Foto: mtefato

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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