MT GARANTE

Número de empréstimos avalizados pelo Governo de MT a empreendedores do campo e da cidade quadruplica

Foram avalizados 414 empréstimos em julho, o que representa 348% a mais que a média dos sete meses anteriores

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Economia

SECOM/MT

Criado para impulsionar o acesso ao crédito aos empreendedores de micro e médio porte do campo e da cidade, o MT Garante teve aumento de mais de 340% na concessão de empréstimos em julho deste ano em relação à média dos sete meses anteriores, quando o programa passou a ser operacionalizado. Somente no mês de julho, foram realizadas 414 operações e liberados R$ 32,8 milhões em crédito.

De dezembro de 2022 a junho de 2023, foram realizadas 648 transações e viabilizados R$ 53,1 milhões em recursos.

Ao todo, já foram avalizados R$ 85,9 milhões em empréstimos desde dezembro de 2022.

Por meio do MT Garante, o Estado suporta avalizar mais de R$ 1 bilhão em operações de crédito dos empresários e produtores rurais de Mato Grosso. No programa, o Governo se torna avalista de quem precisa acessar crédito para investimentos e capital de giro.

“Os números mostram que o programa é um sucesso e o resultado disso se traduz nos números de geração de empregos do Estado, com o aumento da produção industrial, na produção agrícola e o desempenho econômico das cidades mato-grossenses”, destacou o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

Para acessar o MT Garante, o MEI tem um teto de R$ 70 mil em operações de crédito; uma microempresa de até R$ 200 mil e empresas de pequeno porte de até R$ 300 mil. No caso do pequeno produtor rural, o limite é de R$ 250 mil e médio produtor rural, de R$ 430 mil.

Dentre as 55 atividades econômicas que acessaram recursos via MT Garante, as maiores operações foram para o comércio varejista foi o maior tomador de crédito, seguido pelos produtores rurais, comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, alimentação, transporte terrestre e serviços especializados para construção. Juntos, correspondem a 61% das transações.

Os agentes financeiros para acessar crédito via MT Garante são: Desenvolve MT, Banco Sicoob, Sicredi, AL5, Unicred e Cresol.

SECOM/MT

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INPC tem variação negativa em agosto e soma 3,98% em 12 meses

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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para a correção anual de salários, fechou agosto em -0,32%. No acumulado de 12 meses, o indicador marca 3,98%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Agosto teve a inflação mais baixa desde setembro de 2022 (também -0,32%).

Em julho passado, o INPC também tinha apresentado deflação (-0,01%), isto é, inflação negativa. Em agosto de 2025, o indicador ficou em -0,21%.

Em agosto, o grupo de produtos e serviços que mais puxou o índice para baixo foi o chamado habitação (-2,17% e impacto de -0,38 ponto percentual). A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto na conta de luz que os consumidores receberam no mês passado.

Correção de salários

O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado como referência de cálculo para reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.

O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro no seu cálculo. O seguro-desemprego, o teto do INSS e o benefício de quem recebe acima do salário mínimo são reajustados com base no resultado do INPC acumulado até dezembro.

INPC x IPCA

O IBGE divulgou também nesta sexta-feira o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, que teve a menor taxa em quatro anos (-0,32%). 

Uma diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de um até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de um até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.621. 

No INPC, são apurados preços de 367 produtos e serviços (os chamados subitens), dez a menos que no IPCA.

O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam cerca de 25% do índice, mais que no IPCA (aproximadamente 21%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Em perspectiva inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.

De acordo com o IBGE, a apuração do INPC “tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”. 



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