CUIABÁ
Prefeitura de Cuiabá apoia o respeito à diversidade LGBTQIA+ e o combate à LGBTfobia
A ativista, jornalista e Coordenadora Municipal de Diversidade de São Paulo, Léo Áquilla, deu um show na festa, cantando o Hino Nacional do Brasil.
Política
A Prefeitura de Cuiabá foi parceira da 20ª Parada do Orgulho LGBTQIA+, que aconteceu no final da tarde deste sábado (2) e percorreu as avenidas da cidade. Neste ano, o evento foi realizado pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Mato Grosso (APOLGBTQIA+MT). A ativista pelos direitos das mulheres, da população LGBTQIA+, da população negra e das causas raciais e sociais, a adjunta de Direitos Humanos do Município, Christiany Fonseca e o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Aluízio Leite, estiveram presentes no ato, representando o prefeito Emanuel Pinheiro, apoiador da luta.
Nesta edição, a Parada do Orgulho comemorou seus 20 anos de existência e de afirmação de direitos. “A Parada do Orgulho LGBTQIA+ é muito mais do que uma festa. Ela é um momento de inclusão, ela é um momento de representação da liberdade, ela é um momento da representação do amor e da visibilidade. Ela vem para dar visibilidade para aqueles que são invisibilizados todos os dias. É importante que a gente quebre o preconceito em uma sociedade principalmente muito conservadora como a nossa. O estado de Mato Grosso ainda é um estado muito conservador e por isso eu sempre ratifico uma fala. Eu não preciso ser LGBTQIA+, para ser contra a LGBTfobia. Isso é uma obrigação de todos, todas e todes. E a gente precisa fazer a prática disso. A prefeitura de Cuiabá, ela vem se colocando como parceira da população LGBTQI+, ela vem apoiando políticas públicas em defesa da população LGBTQIA+. E eu tenho certeza que essa população pode contar com a prefeitura municipal de Cuiabá para efetivar políticas que são importantes, direitos que são fundamentais e que precisam ser garantidos.”, disse Christiany Fonseca.
O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Aluízio Leite, lembra que a gestão Emanuel Pinheiro preza pela inclusão e respeito. “Nós estamos presentes na Parada desde a sua primeira edição, porque nós reconhecemos nessa manifestação livre, uma manifestação espontânea, legítima de pessoas que trabalham, que produzem e de alguma forma significativa, contribui com progresso e o aumento de Cuiabá, do estado do Mato Grosso e do Brasil. Eu digo sempre que um estado melhor é possível, mas é importante usar a nossa voz, as nossas inteligências para poder fazer a diferença onde nós estivermos. Respeitar as diferenças”, disse ele.
Convidada deste ano para o evento foi a ativista, jornalista e Coordenadora Municipal de Diversidade de São Paulo, Léo Áquilla, que deu um show na festa, cantando o Hino Nacional do Brasil. Neste ano o evento contou com atrações de Djs, grupo de dança, shows, apresentações artísticas e bandas.
Presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA + e consultor e fundador do Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual, Clovis Arantes, comenta que a cada edição da Parada do Orgulho, é uma oportunidade de destacar as conquistas alcançadas, bem como chamar a atenção para as barreiras que ainda precisam ser superadas.
“Neste ano, estamos completando vinte anos de Parada do Orgulho e precisamos dizer que nós nos orgulhamos dessa trajetória. E além disso, a Parada é um espaço pra gente também dizer que nós existimos, que nós estamos aqui e que nós exigimos respeito. Então esses vinte anos de orgulho dessa Parada é também esse motivo, da gente possa ter o que comemorar, porque se a gente for ficar somente com as estatísticas negativas a gente não caminha e queremos dizer que temos orgulho da nossa existência”, finalizou.
SECOM/MT
Política
Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares
Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.
A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.
Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:
- transporte;
- moradia;
- participação social;
- respeito e inclusão social;
- participação cívica e emprego;
- prédios públicos e espaços abertos;
- comunicação e informação;
- apoio comunitário e serviços de saúde;
- segurança dos idosos.
Conselho
O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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