VÁRZEA GRANDE

Obra do BRT deve ser executada na avenida Couto Magalhães; vereadores de Várzea Grande se preocupam com impactos no comércio

A vereadora Gisele Aparecida de Barros – Gisa Barros (UB) também demonstrou sua preocupação. “10 anos e ainda estamos discutindo o mesmo assunto.

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Foto: SECOM VG

Os vereadores por Várzea Grande participaram de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso nesta terça-feira (15.06) para discutir a situação das obras do BRT no município. Os parlamentares municipais demonstraram preocupação com o futuro do comércio na avenida Couto Magalhães, que deve receber obras do novo modal no início de setembro deste ano.

“Esse assunto deveria ser discutido antes com os empresários locais e não ser feito desta maneira. Como ficam os comerciantes? Será que terão o mesmo destino daqueles da avenida da FEB?”, questiona o presidente da Câmara Municipal, o vereador Pedro Paulo Tolares – Pedrinho (UB).

A vereadora Gisele Aparecida de Barros – Gisa Barros (UB) também demonstrou sua preocupação. “10 anos e ainda estamos discutindo o mesmo assunto. A população várzea-grandense está cansada de sofrer por essas obras, principalmente os comerciantes”, disse Gisa.

Também participaram da audiência pública os vereadores: Rogerinho da Dakar (PSDB); Sargento Galibert (UB); Rosy Prado (UB); Professor Vitamina (Republicanos); Ícaro Reveles (PDT); Ivan dos Santos (Solidariedade); Joaquim Antunes (PSDB); Pablo Pereira (UB); Mauro da Saúde (PSB); Alessandro Moreira (PP); Enfermeiro Emerson (PP); Paulo Silva (Republicanos).

SECOM/CÂMARA

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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