PESQUISA NACIONAL

Com 81,1% de aprovação, governador de MT é o 3º melhor avaliado do país

A pesquisa avaliou os governos dos 27 estados, das 26 capitais e de mais de 300 municípios. Mauro Mendes está no pódio dos gestores com maior aprovação da população

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Política

SECOM/MT

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, está no topo do ranking dos governadores do país com as maiores aprovações por parte da população.

A informação consta em uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto Veritá, de Uberlândia (MG), divulgada nesta semana.

Conforme a pesquisa, realizada em todos os estados, 81,1% dos mato-grossenses aprovam a gestão de Mauro Mendes à frente do Governo do Estado. Mauro só fica atrás dos governadores de Rondônia (81,5%) e Tocantins (87,7%).

Presidente da Nova Rota do Oeste (à esq.), Luciano Uchoa, o governador Mauro Mendes e o diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale (à dir.)
Crédito – Mayke Toscano/Secom

“Fico muito feliz com os números dessa pesquisa, e não por uma satisfação pessoal. Mas sim por saber que ela reflete a opinião da população, ou seja, as centenas de obras e ações que temos realizado, e a busca pela eficiência, estão surtindo efeito e melhorando a vida dos mato-grossenses. E é isso que realmente importa”, declarou Mauro.

A aprovação do governador Mauro Mendes ficou bem acima da média nacional de 68,5%, e também da média da região Centro Oeste, cujo percentual de aprovação é de 78,5% – sendo a região do país com a maior aprovação da população.

25º Fórum de governadores da Amazônia legal
Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT

A pesquisa avaliou os governos dos 27 estados, das 26 capitais e de mais de 300 municípios.

A coleta dos dados foi feita de 7 a 28 de julho, e é a maior pesquisa do gênero realizada, ouvindo 43.326 eleitores.

Veja o ranking:

Divulgação/SECOM-MT

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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