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Procon Municipal participa de fiscalização de produtos irregulares em Cuiabá

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Da Redação,

As ações de fiscalização a estabelecimentos que estejam fabricando e/ou comercializando produtos de forma irregular foram intensificadas visando à proteção ao consumidor e o combate à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Na quarta-feira (22), o Procon Municipal e a Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), deflagraram uma operação com objetivo de fiscalizar a venda de bebeidas falsificadas realizada por uma grande rede de supermercados da Capital.

A investigação iniciou após denúncia realizada por um consumidor que procurou a Polícia Civil após suspeitar que as garrafas de whisky adquiridas no supermercado apresentavam sinais de falsificação.

Durante o trabalho de fiscalização, foram recolhidas as caixas de garrafas de uísque da marca alvo da denúncia, bastante conhecida no mercado de bebidas, para a realização de perícia técnica que deverá apontar se o produto é ou não falsificado.

A Decon ressaltou que está sempre trabalhando em parceria com outros órgãos de fiscalização, como o Procon Municipal de Cuiabá, para fiscalizar supermercados e outros estabelecimentos comerciais, a fim de garantir que o consumidor mato-grossense tenha segurança na hora da compra e a certeza de estar levando um produto de qualidade para o seu lar. 

Denuncie

A recomendação é que os consumidores auxiliem os fiscais e denunciem irregularidades ou abuso de preços nos comércios da capital.

As reclamações podem ser feitas pela internet por meio do aplicativo do Procon disponível em android ou IOS e também pelo telefone (65) 3641-6400.

Abaixo seguem os links para baixar o aplicativo;

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.goncalvescordeiro.proconcuiaba&hl=pt_BR

https://itunes.apple.com/pt/app/id1291882669?mt=8

 

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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