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Com superávits orçamentário e financeiro, TCE-MT emite parecer favorável às contas de Indiavaí

Em seu voto, o conselheiro apontou que as receitas arrecadadas, excluídas as intraorçamentárias, totalizaram R$ 32,8 milhões, um excesso de arrecadação de 52% quando comparada a receita estimada com a arrecadada.

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Política

Foto: Thiago Bergamasco/TCE-MT

Com superávits orçamentário e financeiro, as contas de governo da Prefeitura de Indiavaí, referentes ao exercício de 2022, receberam parecer prévio favorável à aprovação do Plenário do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT). Sob relatoria do conselheiro Valter Albano, o balanço foi apreciado na sessão ordinária desta terça-feira (1°).

Em seu voto, o conselheiro apontou que as receitas arrecadadas, excluídas as intraorçamentárias, totalizaram R$ 32,8 milhões, um excesso de arrecadação de 52% quando comparada a receita estimada com a arrecadada.

Quanto às despesas, perfizeram R$ 31 milhões, dos quais 11% corresponderam a investimentos e 38% a despesas com pessoal e a encargos sociais. Na comparação das despesas realizadas com as autorizadas, verificou-se economia orçamentária de 6,6%.

“Na execução orçamentária, verificou-se um resultado superavitário de aproximadamente R$ 6 milhões e, no resultado financeiro, superávit de R$ 7,7 milhões, evidenciando a existência de suficiência financeira equivalente a R$ 19,75 para cada R$ 1 real de obrigações de curto prazo, situação bastante favorável”, sustentou o conselheiro.

Em relação aos percentuais e limites constitucionais e legais, restou apurado que foram aplicados 32,3% na manutenção e desenvolvimento do ensino (mínimo 25%), na saúde, 19,46% (mínimo 15%) e na remuneração dos profissionais do magistério, 97% (mínimo 70%).

Os gastos com pessoal do Poder Executivo e do município foram, respectivamente, de 44,93% e 47,34% (limite 54%) da Receita Corrente Líquida (RCL) e os repasses ao Poder Legislativo corresponderam a 6,81% (limite 7%).

“As analisar as referidas contas, verifico o cumprimento dos limites e percentuais constitucionais e legais referentes ao repasse de recursos ao Legislativo, gastos com pessoal, ações de serviço público de saúde, manutenção e desenvolvimento do ensino, assim como a ocorrência de superávits orçamentário e financeiro”, argumentou o relator.

Frente ao exposto, seguindo parecer do Ministério Público de Contas (MPC), Albano votou pela emissão de parecer prévio favorável à aprovação das contas, com determinação legal e recomendação. Seu posicionamento foi seguido por unanimidade do Plenário.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT

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Wilson Santos defende políticas de segurança alimentar e apoio a famílias vulneráveis

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Entre as 21 emendas apresentadas ao Projeto de Lei nº 692/2026, que estabelece as diretrizes para o orçamento estadual de 2027 (PLDO), está a proposta de n.° 27 do deputado estadual Wilson Santos (PSD) para apoiar e desenvolver ações de segurança alimentar e enfrentamento à fome em Mato Grosso. A iniciativa foi motivada pelo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mapeia a situação dos 142 municípios mato-grossenses em relação ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.

A proposta também resgata uma iniciativa que marcou a gestão do parlamentar como prefeito de Cuiabá, que foi a construção do Restaurante Popular, em 2007, onde permanece em funcionamento e oferece diariamente mais de mil refeições ao preço de R$ 2,00. “Eu construí esse restaurante e atendia uma antiga reivindicação da classe trabalhadora, principalmente dos assalariados que acabavam investindo parte do pequeno salário em alimentação. O restaurante ajuda muitas pessoas, gente humilde e a comida é muito boa”, destacou.

Conforme a justificativa da emenda apresentada pelo deputado, o objetivo é expandir o atendimento à população em situação de insegurança alimentar e promover a integração entre as políticas de assistência social, segurança alimentar, desenvolvimento rural e inclusão social. A proposta busca fortalecer a atuação do Estado no enfrentamento à pobreza e à exclusão social.

Para Wilson Santos, investir em alimentação de qualidade também pode contribuir para reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde. “Economiza na conta da saúde, alimentando bem, vai menos a uma unidade de saúde. É importante reduzir as desigualdades sociais e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade”, comentou.

O PLDO 2027 prevê receita líquida de R$ 42,1 bilhões e impacto estimado em R$ 862,6 milhões. O projeto segue para análise das emendas parlamentares. Após essa etapa, as propostas aprovadas integrarão a redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.

Fonte: ALMT – MT



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