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“Quem bejô-bejô, quem não bejô, não beja mais” Flávio Vargas diz ter grupo montado para eleição e administrar Várzea Grande

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Da Redação.

O empresário e pré-candidato, Flávio Vargas afirmou que está com um grupo composto por 12 partidos, montado para disputar a próxima eleição municipal em Várzea Grande, com o time completo para prefeito, vice-prefeito e vereadores.

O empresário revelou que quando fez uma reunião para apresentar a sua pré-candidatura, com a intenção na época de formar grupo, chamou todos as pessoas envolvidas em política e atividades sociais de Várzea Grande.

“Eu conheço muita gente, tenho muitos amigos, chamei todos para reunião, do senador Jayme Campos ao ex-prefeito Wallace Guimarães, com objetivo mostrar as ideias e informar sobre a criação deste grupo, aqueles que se identificaram com as propostas, estão fazendo parte do grupo”, ressaltou Vargas.

“Quem bejô-bejô, quem não bejô, não beja mais”.

O pré-candidato Flávio Vargas esclareceu sobre a possibilidade de união com grupo da família Campos, para disputar a próxima eleição.

“O nosso grupo está montado para disputar a próxima eleição, como também se a gente ganhar, para administrar Várzea Grande, é claro que o apoio do senador Jayme Campos, como também da prefeita Lucimar é muito importante e bem vindo”, explicou o pré-candidato.

“Composição de grupo para disputar eleição e administrar Várzea Grande foi descartada”.

De acordo com Flavio, hoje politicamente Várzea Grande está dívida em quatro grupos.

Flávio Vargas (PSB).

Jayme Campos (DEM) –  Julho Pacheco e Azama.

Wallace Guimarães (PV).

Kalil Baracat (MDB).

“Segundo informações de bastidores só existe um grupo, que tem maestro regendo a orquestra para os políticos dançarem”.

Flavio Vargas disse que a formação do seu grupo não foi baseada em questões de partidos, mas sim de ideias de pessoas, que compactua com a formação de sua base política.

“Vejo que agora chegou a minha vez de agradecer tudo que a cidade de Várzea Grande fez por mim, e é com trabalho, buscando o desenvolvimento, o progresso, proporcionando melhores condições de vida para população que podemos fazer isso”, ressaltou o pré-candidato.

Flávio Vargas ainda não revelou o nome do seu pré-candidato a vice-prefeito, e nem dos 12 partidos que fazem parte do seu grupo, ele disse que depois que passar este período da quarentena por conta do coronavírus, eles vão realizar uma reunião com uma coletiva de imprensa, para apresentar os integrantes do grupo.

Foto: Midianews.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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