SUCESSÃO EM CUIABÁ

Mais de 10 vereadores endossam apoio à pré-candidatura de Eduardo Botelho

Para desespero dos paraquedistas de plantão, o nome de Eduardo Botelho caiu no agrado popular.

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Política

O presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (União), continua arregimentando apoio à sua pré-candidatura ao Palácio Alencastro, em Cuiabá. Por alto, Botelho já conta com apoio de mais de uma dezena de vereadores da capital, conhecedores de sua trajetória política e administrativa. Sua postulação à Prefeitura é caracterizada pela naturalidade com que Botelho sucumbe adversários e avança seguro para a vitória.

Na avaliação dos parlamentares cuiabanos, é preciso que Cuiabá tenha um prefeito condizente com suas mazelas e belezas. Resumindo: alguém que conheça bem o torrão municipal, e saiba exatamente qual é a melhor solução para cada setor e região. Botelho se encaixa 100% nesse perfil, dizem.

Secretaria de Imprensa da ALMT

O deputado Botelho, que sempre andou por Cuiabá ininterruptamente, costuma dizer que o município  é sua grande casa familiar, pois realmente conhece cada palmo do seu território, principalmente os anseios dos habitantes.

“Estamos ainda na fase de discussões, mais ouvindo do que opinando. Se for do agrado geral, incluindo do meu grupo, saio para o embate, sim. Governar o município cuiabano é sonho antigo”, afirma Botelho.

Na ótica dos cuiabanos que externam desejo de apoiá-lo, Eduardo Botelho é um homem capaz de transformar a capital e todo o  município em um celeiro de franca prosperidade e bem-estar à população. Alguns salientaram as vitórias parlamentares obtidas por Botelho à frente da 1a. Secretaria da ALMT e, também, nos mandatos de presidente da Casa de Leis, sua atual função.

Assessoria Parlamentar

QUASE SOZINHO NO PÁREO

Por inexistência de nomes políticos de sua envergadura, Botelho continua empatado tecnicamente com o deputado federal Abílio Júnior, ainda que, pelos percentuais das últimas pesquisas de intenção de votos, ele se sobreponha a Abílio tranquilamente. São percentuais decisivos em qualquer pleito eleitoral.

Um outro aspecto relevante, lembrado pelo eleitorado cativo de Botelho – e por outros que se predispõem a apoiá-lo para prefeito -, é que o parlamentar ‘trabalha tradicionalmente por conta’. Explica-se: nesses longos anos de militância política, Botelho atua fundamentado em seus próprios pilares de prestígio. Jamais recorreu a nomes de terceiros [ou de familiares] para galgar os espaços que conquistou brilhantemente.

“O político tem o dever de trabalhar pelo povo de forma incondicional, esforçadamente. É o que faço na área parlamentar, sem precisar recorrer a subterfúgios para garantir credibilidade aos projetos em curso. O de governar o município cuiabano é um dos que mentalizo há algum tempo. Se tudo der certo, e se for do agrado geral dos eleitores e do meu grupo, sairei para o embate, sim. Disposição de dar o melhor de mim, por Cuiabá, tenho de sobra”.

 

 

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CMO analisa crédito especial de R$ 4,2 mi para Justiças Eleitoral e do Trabalho

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Um projeto de lei encaminhado pelo Poder Executivo ao Congresso prevê crédito especial de R$ 4,2 milhões no Orçamento da União para a aquisição de imóveis destinados à expansão das estruturas da Justiça Eleitoral e da Justiça do Trabalho. Os recursos beneficiarão o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) e o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-9), no Paraná.

PLN 9/2026 prevê R$ 283,7 mil para a compra de um imóvel contíguo à antiga sede do TRE-AL, em Maceió. Segundo o projeto, a medida permitirá ampliar as instalações administrativas, integrar unidades e reduzir despesas futuras com locação de imóveis.

A maior parte dos recursos, R$ 3,9 milhões, será destinada ao TRT-9 para a aquisição de um terreno de 737 metros quadrados, em Curitiba, pertencente ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O imóvel será utilizado na ampliação do edifício-sede do tribunal, incluindo despesas com demolição e elaboração de projetos arquitetônicos e complementares.

De acordo com o projeto, o crédito será financiado por meio da anulação de dotações orçamentárias. O governo afirma que a medida não altera a meta de resultado primário de 2026, por se tratar de remanejamento de despesas já previstas no Orçamento.

A proposta aguarda designação do relator na Comissão Mista de Orçamento (CMO). 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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