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DEM de protagonista a coadjuvante na próxima eleição municipal

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Da Redação.

Mesmo o Democratas possuindo personalidades do alto escalão da política nos cenários, municipal, estadual e federal, a tendência de candidatura própria prevalece apenas em discurso, já que até o momento, nenhum nome de peso foi apontado para disputar as eleições, tanto em Cuiabá, quanto em Várzea Grande.

Hoje, políticos como o presidente do senado, Davi Alcolumbre e presidente da Câmara federal, Rodrigo Maia são do DEM, no estado de Mato Grosso, o partido possui nomes como do senador Jayme Campos, do governador Mauro Mendes, do deputado e presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, da prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos, como também do ex-governador Júlio José de Campos e do ex-deputado federal e presidente da sigla no estado, Fábio Garcia.

Com todo este poderio, a sigla mesmo antes dos problemas ocasionados pela pandemia do coronavírus, que gerou a quarentena, com estimativa de resultados catastróficos na sociedade, que vai desde vidas ceifadas, empresas falidas, aumento de desemprego, os dirigentes declaravam que o DEM vai ter candidatura própria em Cuiabá e Várzea Grande.

Por outro lado, tanto os bastidores, quanto os especialistas de política, apontam para um papel de coadjuvante do DEM na disputa eleitoral da capital e da cidade industrial.

O presidente do DEM em Mato Grosso, Fábio Garcia garantiu que o partido terá representante na disputa pela Prefeitura de Cuiabá.

“Hoje o DEM não está atuando na política, nós estamos mais preocupados em salvar vidas, empregos e empresas, política fica para depois, o momento não é de política”, disse o presidente da sigla.

Questionado sobre a possibilidade de alteração da data eleição municipal, Fábio Garcia falou que a eleição será realizada quando o país tiver condições, mas que o momento é destinar as atenções para cuidar das saúde e das finanças.

Tanto em Cuiabá como Várzea Grande, o DEM possui nomes que seriam titulares em qualquer seleção da política, como seria se colocasse Romário, ou Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho, no banco de reservas, assim está desenhando a próxima disputa eleitoral municipal, mesmo com craques, habilidosos e experientes, a tendência é para o DEM abrir mão da vaga de titular e se contentar com o “banco de reservas”.

“Quem vai de carona não pergunta o destino, entra, senta e segue o caminho”.

Em Várzea Grande, segundo informações de bastidores, uma longa reunião envolvendo o senador Jayme Campos, com o empresário Flávio Vargas teria levantado vários rumores.

“José Anderson Hazama, Júlio Pacheco e Kalil Baracat que tem o nome cotado como pré-candidato com apoio do grupo da família Campos, pelo que tudo indica, terão que contentar com a vaga de vice”.

Na tal reunião, o empresário Flavio Vargas que de acordo com relatos de bastidores, antes considerava o senador como uma “persona non grata”, teria tido a tão sonhada oportunidade de conversar e ser abençoado para seguir a sua luta rumo a Prefeitura de Várzea Grande.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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