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Dinâmica de Fávaro à frente da Agricultura já o credencia como um dos melhores ministros

Na contabilidade geral, Fávaro se sobressai entre os demais membros do 1o. escalão do governo.

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Política

Divulgação: Ministério da Agricultura

Foto: Assessoria/SECOM

Ao anunciar ontem (28) o Plano Safra 2023/2024, o presidente Lula automaticamente destacou o trabalho do ministro Carlos Fávaro no cenário nacional/internacional. O Plano Safra encampa financiamento da ordem de R$ 364,22 bilhões. Os recursos vão apoiar a produção agropecuária nacional até junho de 2024, e incentiva o fortalecimento de sistemas de produção ambientalmente sustentáveis, ampliando a exportação.

Lula não exagerou ao alardear os ganhos do Plano Safra, iniciativa governamental que vem ao encontro da expectativa dos produtores tupiniquins. E reforçou o saldo positivo do desempenho de Carlos Fávaro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Essa é também a avaliação dos produtores brasileiros em relação ao ministro.

Divulgação: Ministério da Agricultura

Natural de Bela Vista (PR), Fávaro atua politicamente fundamentado em conclusões de estudos técnicos para saber de qual forma deve agir ao aplicar os recursos federais em campos distintos da agropecuária. Ou seja: neutraliza gargalos e amplia investimentos. O objetivo é melhor atender e expandir a produção agropecuária do País.

Otimista, Fávaro tem dito ser preciso, inicialmente, acreditar em avanços significativamente sólidos na Agricultura, crença pautada no grande potencial brasileiro para produzir tudo com boa qualidade. Sempre defende que o Brasil é capaz de tudo, desde que deseje e potencialize projetos.

A excelente produção pecuária é um dos grandes exemplos disso, pontuou, visto que o País responde por gama expressiva no quesito de exportação de carne bovina, suína. O setor de avicultura acompanha igualmente os bons índices de aceitação dos nossos produtos, além mar: o Brasil tem aberto sucessivos mercados de comercialização da produção agropecuária.

CENÁRIO PROMISSOR NA AGRICULTURA

Desde o início do ano – posse do presidente Lula e do ministro Carlos Fávaro – o cenário da Agricultura despontou com ineditismo empreendedor, hoje com mais 24 novos mercados internacionais perfilando na esteira do livre comércio exportador. Tudo isso é resultante do trabalho do ministro oriundo de MT e da carta-branca que dispõe junto ao presidente Lula. As exportações do agronegócio atingiram novo recorde em maio e no acumulado do ano.

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Eleito senador por MT, Fávaro saiu diretamente do Estado – onde foi secretário de Meio Ambiente e vice-governador – para implementar uma dinâmica diferenciada de trabalho no Ministério da Agricultura. Alquebrou o marasmo da Pasta em linha resolutiva.

Em menos de dois meses, ele conseguiu reunir reconhecimentos por parte de lideranças do agronegócio ao lidar habilmente com os setores mais complexos dos setores agrícola/político/empresarial e contabilizar dividendos promissores aos produtores e no saldo econômico do País.  Na contabilidade geral, sobressai-se facilmente entre os demais membros do 1o. escalão do governo.

Pés no chão, Fávaro tem consciência do ontem e hoje da agricultura brasileira, e afirma que o fortalecimento gradual que imprime no setor irá melhorar expressivamente nossa produção em futuro breve.

“Nosso objetivo é projetar o Brasil sempre lá na frente, possibilitando com que os produtores atuem de forma mais segura, desenvolta e lucrativa. Isto implica numa produção de melhor qualidade e, também, em maior quantidade. E o segmento exportador, lógico, ganha muito com isso”, frisou.

Redação omatogrosso.com *Com informações do site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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