CORRIDA SUCESSÓRIA EM CUIABÁ

PERCENT: pesquisa aponta pré-candidatos a prefeito com maior índice de rejeição

Confiante no seu trabalho à frente da ALMT, onde desenvolve uma série de ações comunitárias que beneficiam a capital mato-grossense e o interior do Estado, o deputado Eduardo Botelho diz aguardar a opção do eleitorado com muita tranquilidade. 

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Política

Foto: Assessoria Site Câmara Federal

A grande dúvida do eleitorado cuiabano reside no rol de candidatos que postulam o comando do Palácio Alencastro. Muitos dos postulantes sequer têm conhecimento dos problemas crônicos da capital, aventurando-se para suceder Emanuel Pinheiro pelo simples interesse de poder que o cargo de prefeito normalmente confere.

O problema reside justamente nos nomes destituídos de total confiança dos eleitores, pois não têm representatividade popular, tampouco comprovação de serviços prestados. Isso envolve grande parte do elenco de pré-candidatos ao Alencastro, a começar por rol de parlamentares das esferas estadual/federal que cobiçam governar o município cuiabano.

O federal Abílio Jr. lidera em termos de rejeição, sendo seguido de perto por outros pré-candidatos que o eleitorado cuiabano qualifica como não confiáveis para exercer o cargo de prefeito da capital.

Não se trata, necessariamente, de ‘uma dança das cadeiras’, mas, sim, da valorização de passes de pessoas que realmente fazem por merecer crédito popular e, também, de expurgo providencial de aventureiros que postulam gerir as contas públicas. Aí, fica a pergunta: será que têm compromisso real com o município e seus habitantes?

Pela pesquisa do Instituto Percent, que aprofundou diversas projeções, o candidato Abílio Júnior [PL] registra 21,8% de aceitação popular e 15,25 de rejeição, totalizando 5,83%. Empatado tecnicamente com o deputado federal Abílio Jr., o deputado estadual Eduardo Botelho [União Brasil] desponta com 18,50% de aceitação e 3,85% de rejeição – o que resulta em percentuais folgados para obter votação vitoriosa [14,75].

Na lanterninha da corrida sucessória em Cuiabá, apurou a PERCENT, surgiram outros nomes. Nenhum deles representa nada concreto para oferecer à capital mato-grossense, julgando-se pela inércia de atividades públicas anteriormente desenvolvidas, ou mesmo na fase atual.

Fábio Garcia/Crédito – Ednilson Aguiar – O Livre

Entram nessa relação o vice-prefeito José Roberto Stopa, do PV [5, 75% de aceitação, 4,67% de rejeição: 1,08%]; deputado federal Fábio Garcia [União Brasil], 6,0% de aceitação, 2,42% de rejeição: 3,58%; deputado estadual Juca do Guaraná Filho [MDB], 6% de aceitação, 15% de rejeição, 9,5% NEGATIVO; e deputado estadual Lúdio Cabral [PT], com 12,% de aceitação, 7,42% de rejeição, totalizando 5,25%.

Segundo o Instituto Percent levantou nas pesquisas, alguns dos pré-candidatos já constam nesse páreo pré-eleitoral com sólida imagem negativa, inviabilizando oportunidades de se tornarem concorrentes confiáveis perante aqueles com condições de governar Cuiabá da forma desejada pelos seus habitantes.

OMATOGROSSO.COM

 

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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