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Prefeitura de Cuiabá inicia trabalho de compactação do solo na Orla do Porto II

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Da Redação.

A Prefeitura de Cuiabá deu início a fase de compactação do solo para a construção do calçamento na segunda etapa da Orla do Porto. O trabalho é feito paralelamente a edificação do muro de gabião, que alcançou 80% da sua execução. A construção do novo ponto turístico é coordenada pela Secretaria de Obras Públicas e recebe o investimento aproximado de R$ 3,7 milhões. 

A obra na Orla está dividida em dois trechos. No primeiro, os maquinários atuam, exclusivamente, na preparação do terreno para concretagem e realização dos serviços complementares que resultarão na criação do calçadão. Já no segundo trecho, o trabalho consiste na conclusão do levantamento do muro de gabião, que é responsável por garantir a estabilização do solo.

A requalificação abrange o trecho, às margens do Rio Cuiabá, situado entre a Ponte Júlio Muller e o Cais do Porto. “A obra está evoluindo conforme o nosso planejamento. A nossa previsão é de que no segundo semestre a população cuiabana e também os turistas que visitam a cidade tenham a disposição mais esse espaço, completamente transformado”, comenta o secretário de Obras Públicas, Vanderlúcio Rodrigues. 

O projeto é conhecido como Orla do Porto II e foi elaborado pelo Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (IPDU), abrangendo a execução de uma série de atividades. A ideia é transforma o local em um novo ambiente de integração social, aproveitando-se da valorosa localização do espaço. Aliado a isso, a obra visa o fortalecimento do convívio da população com o Rio Cuiabá, considerado o maior patrimônio ambiental da cidade.

Ao longo de mais de 600 metros de extensão serão executados os trabalhos de implantação de calçadão para caminhada e contemplação, ciclovia, iluminação, arborização e adequação de acessibilidade. Além disso, o espaço contará com esculturas de personalidades regionais, área coberta por lonas tensionadas destinadas a feiras locais, espaço com aparelhos para atividades físicas ao ar livre e estacionamento.

Foto: Luiz Alves/Prefeitura-Cuiabá.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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