CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

Edna comenta ataque a grupo de Maracatu e cobra políticas contra homofobia e racismo

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Política

A vereadora Edna Sampaio (PT) cobrou, nesta quinta-feira (22) políticas públicas de combate à homofobia e ao racismo na capital, citando a violência sofrida pelo grupo de maracatu Buritis Nagô, que foi atacado nesta terça-feira (20) pelo proprietário de um bar na praça da Mandioca.

Segundo informações dos presentes, o grupo, que é coordenado pelo Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune), estava ensaiando quando o dono do bar Dom Luiz, apareceu com um pedaço de ferro, com o qual ameaçou agredir os presentes e alegou querer furar os tambores.

A parlamentar enfatizou o quanto esse tipo de agressão tem o objetivo de amedrontar e assustar a população negra e LGBT, que é maioria entre os integrantes do grupo musical e entre os frequentadores do local.

Ela destacou os diversos casos de violência racial e de gênero que têm ocorrido na capital e que essa realidade justifica a discussão de um estatuto para combater a LGBTfobia.

Edna apresentou um PL que trata do tema, que foi rejeitado pela Comissão de Direitos Humanos, Cidadania, Idosos e Pessoas com Deficiência.

O projeto determina políticas públicas de combate à violência, promoção da saúde e de garantia do cumprimento da lei federal 7.716/89, onde o Supremo Tribunal Federal (STF) equipara os crimes contra pessoas LGBT ao racismo.

A vereadora também cobrou que a prefeitura implemente a lei municipal nº 6.882/2022, de sua autoria, que cria o Estatuto Municipal de Promoção e Igualdade Racial.

“Houve uma clara intenção de assustar, amedrontar e de praticar violência contra as pessoas LGBT e contra pessoas negras. Uma jornalista observou tudo e denunciou e eu quero dizer, com isso, da importância de a gente discutir e aprovar um estatuto contra a violência e a discriminação de pessoas LGBT e de cobrar a implementação, junto ao executivo, do nosso Estatuto contra o racismo que visa proteger as pessoas negras contra essa violência toda e também orientar o poder público na implementação de políticas públicas”, disse.

A vereadora publicou nota de apoio ao grupo em suas redes sociais. Ela destacou os diversos casos de violência racial e de gênero que têm ocorrido na capital e que essa realidade justifica a discussão de um estatuto para combater a LGBTfobia.

Da Assessoria

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Programa Jovem Senador ganha destaque em documentário

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O Programa Jovem Senador foi destaque no documentário Eleições 2026: o que pensam os jovens que vão votar pela 1ª vez, exibido pela GloboNews. A produção acompanhou o jovem senador do Distrito Federal, Calebe Fernandes Freire, durante a Semana de Vivência Legislativa do programa, realizada este ano entre 17 e 21 de agosto.

Ao retratar as expectativas, os desafios e as perspectivas de jovens brasileiros diante do primeiro voto, o documentário mostrou o papel do Programa Jovem Senador na formação de cidadãos.

Para o coordenador-geral da Secretaria de Relações Públicas do Senado, Daniel Souza, a repercussão fortalece a iniciativa.

— Esse documentário é um retrato relevante dos jovens no país. E dialoga muito com o Programa Jovem Senador, pois reforça a importância da atuação política como elemento de transformação social — afirmou Daniel.

Durante a reportagem, Calebe defendeu o engajamento dos jovens nas decisões de impacto sobre a sociedade.

— Nós, jovens, estamos muito preocupados em passar no vestibular e conseguir um emprego, e acabamos não tendo um pensamento de longo prazo. Para mim, qualquer forma de ter um papel ativo naquilo que importa é válida. O voto é o maior mecanismo da democracia hoje — disse ele.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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