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Chico 2000 promove Audiência Pública Associação Matogrossense de Deficientes (AMDE)

A vice-presidente da AMDE, Maria Auxiliadora Massoli de Campos, na sua fala na tribuna, contou sobre o início da associação, desde sua fundação até os dias de hoje.

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Assessoria Parlamentar
A Câmara Municipal de Cuiabá recebeu nesta manhã de quinta-feira (15) por meio da tribuna livre a Associação Matogrossense de Deficientes (AMDE), que completou no dia 12 de junho, 40 anos de existência. A tribuna contou com a presença de Mário Lúcio Guimarães de Jesus e Maria Auxiliadora Massoli Campos.
A AMDE é uma entidade filantrópica sem fins-lucrativos, fundada em 1983. Prestadora de serviços á sociedade PCD’s do Estado de Mato Grosso e tem como objetivo de defender e representar os direitos da pessoa com deficiência.
A vice-presidente da AMDE, Maria Auxiliadora Massoli de Campos, na sua fala na tribuna, contou sobre o início da associação, desde sua fundação até os dias de hoje. De acordo com Massoli, “A Associação será mais divulgada ao aparecer aqui na Câmara, para que eles possam estar mais juntos conosco. Mostrar que os deficientes não são coitadinhos, mas sim como pessoa que realiza ações no dia a dia e que está se desenvolvendo dentro de Cuiabá”, disse Maria.
Mário Lúcio aproveitou o momento para agradecer ao presidente – vereador Chico 2000, e convidou todos para estarem participando da Audiência Pública Externa, de autoria do Chefe do Legislativo Cuiabano, que será realizada no dia 19 de junho (segunda-feira) ás 19h, na sede da AMDE (Rua Acre, nº 161 – bairro CPA II, em Cuiabá). Os participantes irão debater sobre o tema: Saúde da pessoa com deficiência, Meio de acesso, aquisição e entrega de insumos, órteses e próteses.
“Nenhuma limitação impede a vida, aproveitando os 40 anos da AMDE, estamos montando essa força tarefa, para que a gente possa levar a Audiência Pública da Câmara Municipal até a entidade, para que ela possa ver a nossa realidade”, finalizou Mario.
SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá
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Dia Nacional do Livro convida reflexões sobre o incentivo à leitura

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Por Priscila Mendes

Uma viagem filosófica pelo espaço, que reflete sobre o apego material como “princípio do fim”. A canção “Busca Vida”, da banda Os Paralamas do Sucesso, composta por Herbert Vianna em 1996, lembra o clássico livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry.

Misturar música e literatura, assim como mesclar outras artes é comum. Em “Amor, I Love You”, de Marisa Monte, um fragmento do romance “O Primo Basílio”, do escritor português Eça de Queiroz em 1878, ficou famoso pela narração de Arnaldo Antunes.

Para marcar o Dia Nacional do Livro, instituído pela Lei Federal número 5.191 de 1966, a Rádio Assembleia conversou com fazedores de literatura em Mato Grosso.

A data celebra a criação da primeira biblioteca brasileira — a Real Biblioteca, criada em 29 de outubro de 1810, quando o acervo da Real Biblioteca Portuguesa foi transferido para o Rio de Janeiro, então capital do país, por decreto de Dom João VI. Após a Proclamação da República, em 1889, o espaço cultural passou a ser chamado de Biblioteca Nacional.

A atriz, escritora e narradora de histórias Alicce Oliveira bem sabe misturar expressões artísticas para prender a atenção dos ouvintes.

Com técnicas teatrais, canto, sonoridades, ela conta histórias que valorizam as culturas, por meio de lendas e memórias muitas vezes esquecidas.

Incentivar o interesse pela leitura é um dos objetivos do Plano Estadual do Livro, da Leitura, da Literatura e da Biblioteca de Mato Grosso, instituído em 2022, por meio da lei 1.820, aprovada aqui na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

No entanto, o Plano ainda demanda de implementação. Maria Teresa Carracedo, editora da Entrelinhas, reflete sobre tal demanda para o mercado editorial de Mato Grosso.

De toda maneira, um ponto é consenso entre todos os fazedores de literatura do Estado: é necessário incentivar a produção mato-grossense. Lorenzo Falcão, jornalista, escritor e um dos membros da Academia Mato-grossense de Letras, destaca:

Então, se a proposta é incentivar a literatura do Estado, que dialoga também com outras artes, vamos encerrar essa reportagem com um trecho da poesia “Enluarados”, de Luciene Carvalho, presidenta da Academia Mato-grossense de Letras. A obra compõe o CD Centelha, musicado por Ebinho Cardoso.

Confira matéria completa no áudio acima.

Fonte: ALMT – MT



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