VÁRZEA GRANDE

Vereadores criticam Secretaria de Obras por qualidade deficiente em pavimentações asfálticas em Várzea Grande

O líder do Poder Executivo e membro da Comissão de Obras, o vereador Cleyton Nassarden Guerra – Sardinha (PTB), relata que a população merece mais qualidade nas obras.

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Foto: SECOM VG

Os vereadores várzea-grandenses criticaram a atuação da Secretaria de Viação Obras e Urbanismo na questão da pavimentação asfáltica. Os parlamentares também aprovaram um requerimento o qual pede informações de todas as obras do município nos últimos cinco anos.

O presidente da Comissão de Obras da Câmara Municipal, o vereador Rogério de França Martins – Rogerinho da Dakar (PSDB), relata que há empresas vencedoras de licitações que executam obras de péssima qualidade.
“Deixo meu repúdio, há empresas que fazem péssimo serviço. Um exemplo é a Leão Marcondes, que está fazendo a pavimentação no bairro Manaíra. A empresa teve a capacidade de fazer o asfalto em apenas um lado da rua e não fez o outro, pois aquelas famílias sonham há anos pela pavimentação. Não podemos deixar que empresas mandem e desmandem no município. Ela merece ser inidônea”, relata Dakar.

O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, o vereador Pedro Paulo Tolares – Pedrinho (UB), diz que obras de péssima qualidade prejudicam ainda mais a vida da população. “As empresas estão colocando manilhas e fazendo terraplanagem que são as partes mais baratas para o asfaltamento. Há empresas que não têm condições de terminar a obra, principalmente na parte mais pesada, isto está errado. Se não corrigir esses problemas, não terá o apoio desta Casa de Leis. Todos nós queremos obras que atendam os nossos munícipes”, disse Tolares.

O líder do Poder Executivo e membro da Comissão de Obras, o vereador Cleyton Nassarden Guerra – Sardinha (PTB), relata que a população merece mais qualidade nas obras. “Os moradores merecem respeito, pois pagam os seus impostos. O secretário de obras deve explicações para nós e para os munícipes. Na última legislatura, o secretário foi convocado por mim várias vezes, mas agora parece que não quer mais atender aos vereadores por conta das cobranças”, falou Nassarden.

SECOM/VG

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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