CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

Chico sugere comissão ao TCE e conselheiro vai incluir Legislativo de Cuiabá em grupo pós-intervenção

Sérgio Ricardo também elogiou a atitude do vereador Chico 2000, a quem ele já conhece de longa data, por se antecipar, buscar diálogo e preocupar com o cidadão. 

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SECOM
O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Chico 2000 (PL), esteve na manhã desta terça-feira (06) no Tribunal de Contas do Estado, e entregou nas mãos do conselheiro Sérgio Ricardo a proposta da criação de uma comissão para acompanhar o processo de transição de devolução dos trabalhos da intervenção à Prefeitura de Cuiabá.
A proposta de Chico 2000 é que, com o fim dos trabalhos, seja garantida a continuidade das ações estabelecidas pela equipe interventora e que não ocorra retaliações por parte do município.
“Nós precisamos tratar o tema saúde com respeito a todos os envolvidos. Temos uma intervenção decidida pela Justiça e o Tribunal de Contas faz trabalho próximo à equipe. Precisávamos levar a proposta primeiro ao desembargador relator Orlando Perri, já fizemos e agora estamos visitando o conselheiro Sérgio Ricardo, que está à frente das ações e desta forma teremos decisões justas”, disse Chico.
O conselheiro Sérgio Ricardo destacou que a ação do vereador Chico 2000 demonstra sua preocupação e responsabilidade como agente público e como cidadão com a saúde da capital. Sérgio Ricardo destacou que a comissão proposta por Chico 2000 debate algo importante que é a saúde de Cuiabá no pós-intervenção.
“Já garanti ao presidente da Câmara que assim que a intervenção acabar será realizado um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) ou um TAG (Termo de Ajustamento de Gestão), que será feito por entes que vão acompanhar a saúde pública junto à Prefeitura no pós-intervenção. Portanto, haverá um grupo com Ministério Público, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas. Como o presidente Chico está preocupado também, garanti que nos nossos pareceres vamos incluir a Câmara de Cuiabá neste grupo, até porque a intervenção ocorre em Cuiabá e o papel do vereador é fiscalizar as ações do gestor”.
Sérgio Ricardo também elogiou a atitude do vereador Chico 2000, a quem ele já conhece de longa data, por se antecipar, buscar diálogo e preocupar com o cidadão.
“Ele é um servidor público, também sou um servidor público e o nosso foco é o cidadão, é a população. Vi que você já levou essa proposta também ao desembargador Perri e ao Tribunal de Contas. Não tem como a Câmara de Cuiabá ficar de fora e em todas as orientações e sugestões vou colocar a Câmara para atuar nesse grupo para acompanhar a pós-intervenção”.
SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá
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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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