TURISMO EM MT

Governo diminui taxa de juros em linha de crédito da Desenvolve MT

Para acessar a nova taxa, empresários que contrataram taxa Selic devem renegociar contratos do Fundo Geral do Turismo

Publicado em

Economia

Michel Alvim/Secom-MT

O Governo de Mato Grosso oferece a possibilidade de redução da taxa de juros para empresários que contrataram, por meio da agência de fomento do Estado, Desenvolve MT, operações de crédito com recursos do Fundo Geral do Turismo (Fungetur), atrelados à taxa Selic. A medida é possível por meio da renegociação do contrato, alterando o indexador de juros para o Índice Nacional de Preços no Consumidor (INPC).

A renegociação foi autorizada pelo Ministério do Turismo, após articulação do Governo de MT. O Fungetur é uma linha de financiamento vinculada ao Governo Federal e um instrumento de política de investimentos para o trade de turismo em Mato Grosso.

A superintendente financeira da Desenvolve MT, Mayran Beckmann, ressalta que a renegociação é benéfica aos contratantes da operação de crédito, uma vez que reduz significativamente o juros do contrato.

“O Governo de Mato Grosso foi sensível à situação dos empresários, considerando as variações nos valores das parcelas resultante da taxa Selic e, por isso, buscou, junto ao Ministério do Turismo, autorização para a renegociação dos contratos. Dessa forma, conseguimos facilitar o pagamento para os clientes, garantindo a adimplência dos contratos”, destaca.

Poderão renegociar a contratação de crédito os empresários que possuem os contratos atrelados à taxa Selic. Apesar da mudança no indexador, os prazos contratuais para pagamento continuam os mesmos.

O processo de negociação é facilitado e pode ser feito pelo Whatsapp (65) 99650-2142 ou pelo número (65) 3613-7914, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

SECOM/MT

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Mercado reduz para 5,12% expectativa de inflação em 2026

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Pela quarta semana consecutiva, o mercado financeiro reduz as expectativas de inflação para 2026 no Brasil. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, deve fechar o ano em 5,12%.

Na semana passada, a inflação projetada para o ano estava em 5,15%. Há quatro semanas, as projeções para este índice estava em 5,33%.

Para os anos subsequentes (2027 e 2028), as expectativas inflacionárias do mercado financeiro são, respectivamente, de 4,22% e 3,80%.

Nos demais indicadores (PIB, Câmbio e Selic), as projeções do mercado se mantêm estáveis há, pelo menos, quatro semanas.

PIB e dólar

No caso do Produto Interno Bruto – soma de todos os bens e serviços produzidos no país –, as projeções do mercado financeiro permanecem em 1,99% em 2026. Para 2027 e 2028, o mercado projeta, para a economia, crescimentos de 1,60% e 2%, respectivamente

Segundo o Boletim Focus, as projeções para o câmbio ao final de 2026 estão estáveis há seis semanas, com cotação de R$ 5,20 para o dólar ao final do ano. Para os anos subsequentes, são esperadas cotações de R$ 5,28 em 2027; e de R$ 5,30 em 2028.

Taxa Selic

A projeção da taxa básica de juros (Selic) para 2026 se manteve em 14% pela quinta semana consecutiva.

A taxa atual, estabelecida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 17 de junho, é 14,25%. Com isso, há expectativa de, pelo menos, uma redução na atual taxa até o final de 2026.

A próxima reunião do Copom está prevista para os dias 4 e 5 de agosto.

As previsões da Selic para 2027 e 2028 se mantiveram estáveis, em 12% e 10,5%, respectivamente.

De junho de 2025 até março de 2026, a Selic estava em 15% ao ano – o maior nível desde julho de 2006, quando foi fixada em 15,25% ao ano.

De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes.



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