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Mendes solicita apoio aéreo do Governo Federal para transportar equipamentos comprados na China

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Da Redação

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), solicitou ao Governo Federal, apoio aéreo para o transporte de 120 respiradores comprados da China, a solicitação foi encaminhada na última quinta-feira (16) ao ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Luis Eduardo Ramos. Os respiradores irão equipar as unidades hospitalares do Estado.

Mendes afirmou que o apoio do Governo Federal neste momento é importante para garantir que estes equipamentos adquiridos pelo Estado cheguem a Mato Grosso e assim seja possível preparar as unidades hospitalares para receber pacientes contaminados com o Covid-19. “Todo apoio nesse momento é importante para garantir que esses equipamentos cheguem até Mato Grosso e possamos equipar nossas unidades hospitalares e prepará-las para o tratamento dos pacientes da Covid-19”, afirmou.

Na solicitação foram apresentadas as informações referentes ao peso dos produtos, assim como, o local de embarque e a previsão de entrega, no total são 120 respiradores, 100 deles são fixos e outros 20 portáteis, a carga contem ainda outras peças que são utilizadas em conjunto com os respiradores.

Devido à escassez deste tipo de produto no país, foi necessário realizar a compra na China, a compra faz parte das medidas que estão sendo tomadas pelo Governo do Estado no que tange ao enfrentamento da pandemia.

Foram adquiridos também outros equipamentos hospitalares, aparelhos de ultrassom portáteis, aspiradores móveis, Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e novos kits de testes para Covid-19.

Foto: Mayke Toscano/Secom

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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