PANTANAL MÁQUINAS

“Pela costura, inicia-se fábula para o alcance de sonhos concretos”, afirma empresário

LOJA DE REVENDA DE MÁQUINAS DE COSTURA INDUSTRIAL É SUCESSO EM CUIABÁ HÁ MAIS DE UMA DÉCADA…

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Economia

A Pantanal Máquinas poderia até ser mais uma loja de revenda de equipamentos de costura industrial, empreendimento de sucesso sediado na capital mato-grossense. É que existe uma série de concorrentes do ramo igualmente inseridas no mercado cuiabano. Mas, conforme assinala o proprietário da Pantanal Máquinas, Ronnie dos Santos Soares, “a concorrência é um dos ingredientes imprescindíveis no trajeto da evolução de qualquer negócio”.

A loja fica localizada no centro de Cuiabá, na Avenida Tenente Coronel Duarte, 1.723, popular ‘Prainha’, e realmente diversifica pela forma de atender a clientela. Primeiro, trabalha com produtos de qualidade comprovada, denominados ‘primeira linha. São máquinas realmente consagradas no mercado nacional/internacional.

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Na avaliação do empresário Ronnie dos Santos Soares, o ramo da costura extrapola o imaginário comum. Ele cita, como exemplo, algumas frases que cunham a importância desse segmento no cenário mundial.

“Comumente, ouvimos alguém dizer: “Estão ainda alinhavando aquele projeto”. Ou seja: concebendo o passo a passo, via costura, de algum empreendimento. Também utilizam a seguinte frase para descrever a complexidade de algo: “É uma costura longa; portanto, requer a máxima atenção”.

Natural de Rondonópolis, o empresário afirma que a revenda de máquinas industriais de costura está em crescente alta, salientando o quanto esse setor é fundamental para tocar o mundo diariamente. E comemora ter superado – de forma hábil e persistente – a crise econômica gerada pela pandemia.

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“Não foi nada fácil”, reconhece. “Enfim, conseguimos costurar também esse rasgo”.

Segundo exemplifica, a fábula do “Rei Nu”, que contratou costureiros [farsantes, na realidade] para conceber luxuoso vestuário festivo, à base de seda levíssima, transparente, é um bom exemplo de como a costura se faz presente através dos tempos, sendo sempre citada com destaque.

“Não há quem não conheça essa historinha legal. O rei andou nu pela cidade inteira, sem imaginar que não vestia nada! Pensava causar impacto de elegância com roupas invisíveis. Até que gritaram: “O Rei está nu”. Evidenciou-se, mais uma vez, a presença da costura através da história”.

O empresário citou mais um exemplo, desta feita no setor cinematográfico, momento em que pessoas normais se transformam em monstros (lobisomens) e têm as roupas rasgadas.

“Aí, ao reassumirem o formato natural, deparam-se com nudez repentina, e ficam atarantados à procura de roupas. Cenas e mais cenas da sétima arte enfatizam desespero similar”.

Ele enfatiza que tais inserções artísticas, independente de ser pela literatura, cinema, ou mesmo na vida real, servem para cunhar a importância fundamental da costura no mundo inteiro. E afirma enfático:

“Não fosse a costura, o grande papel das máquinas e dos seus operadores, teríamos uma legião ininterrupta de reis nus em trânsito nos quadrantes da Terra”.

PROJETANDO O FUTURO

Conforme a esposa do empresário, Euzilene Soares, a Pantanal Máquinas faculta a concepção de incontáveis projetos. Ela explica que os equipamentos que revendem fabricam os mais elementares tipos de roupa, a começar de uniformes militares e trajes sociais, bonés, mochilas, etc.

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“Há distinto aproveitamento na capacidade produtiva dos equipamentos entregues pela nossa loja. Temos clientes de todas as áreas sociais, incluindo os setores de Saúde, Esportes, Educação. Grande parte dessas categorias desfila há anos com trajes fabricados por nossas máquinas. Isso nos traz muito orgulho, além de claro incentivo para trabalharmos mais, aperfeiçoando a capacidade de bom atendimento”.

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Os empresários convidam os interessados para conhecer a sede da empresa, que já cunhou tradição de militância comercial em Cuiabá em mais de 10 anos de atividades na capital, cinco anos apenas no atual endereço. O foco ininterrupto – garantem – é trabalhar para agradar maciçamente.

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“Se algumas fábulas nos extasiam pelas maravilhas facultadas ao imaginário, podemos edificar sonhos construtores a partir de máquinas que fabricam a essência que veste a raça humana. A Pantanal Máquinas agradece a preferência”.

 

 

 

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Dólar fecha a R$ 5,44 e registra maior alta semanal desde 2008

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O mercado financeiro brasileiro encerrou outubro sob forte pressão, com disparada do dólar e queda acentuada da bolsa de valores. Nesta sexta-feira (30), a moeda estadunidense avançou cerca de 1% e fechou perto de R$ 5,45, enquanto o Ibovespa recuou 0,75%, aos 167,9 mil pontos.

Na semana, o dólar acumulou valorização superior a 9%, a maior desde a crise financeira de 2008. O principal índice da B3 registrou a pior queda semanal desde março de 2020, no início da pandemia de covid-19.

No plano nacional, o desempenho dos ativos foi marcado pelos ajustes do mercado após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelas incertezas sobre a política fiscal brasileira. No cenário internacional, a forte queda de ações de empresas tecnológicas e de inteligência artificial pressionou o dólar e as bolsas de outros países.

Números do dia

  • Dólar à vista: R$ 5,446 (+1,09%);
  • Máxima do dólar no dia: R$ 5,463, por volta das 16h;
  • Ibovespa: 167.921,80 pontos (-0,75%);
  • Dólar na semana: +9,15%;
  • Ibovespa na semana: -18,12%;
  • Dólar em outubro: +5,27%;
  • Ibovespa em outubro: -9,88%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a sexta-feira em alta de 1,09%, cotado a R$ 5,446, no maior valor de fechamento de 2026. Durante a sessão, a moeda chegou a R$ 5,463, antes de reduzir parte dos ganhos.

Na semana posterior ao segundo turno das eleições presidenciais, o dólar acumulou alta de 9,15%, movimento que representa a maior valorização semanal desde outubro de 2008, durante a crise financeira internacional.

Em outubro, a moeda estadunidense avançou 5,27%. Com isso, passou a acumular valorização de 0,81% no ano.

Parte da volatilidade registrada na primeira metade do pregão esteve relacionada à formação da Ptax de fim de mês, taxa calculada pelo Banco Central e utilizada como referência para a liquidação de contratos futuros de câmbio.

A pressão sobre o real também foi influenciada pela reavaliação das posições dos investidores após o resultado eleitoral. A expectativa pela definição da equipe econômica do próximo governo e pela apresentação de medidas relacionadas às contas públicas manteve o mercado atento aos rumos da política fiscal brasileira.

Outro fator foi a procura por proteção cambial antes do fim de semana prolongado pelo feriado de Finados, na segunda-feira (2). No mercado internacional, a moeda estadunidense voltou a subir, perante moedas de países emergentes, num dia marcado por turbulências ligadas a empresas de tecnologia.

Bolsa acumula perdas

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira com queda de 0,75%, aos 167.921,80 pontos. O resultado representou o quinto pregão consecutivo de baixa do principal índice da Bolsa brasileira.

Na semana, o indicador acumulou desvalorização de 18,12%, a maior desde março de 2020, quando havia recuado 18,88% em meio aos impactos iniciais da pandemia de covid-19.

O desempenho mensal também foi negativo. Em outubro, o Ibovespa caiu 9,88%, o pior resultado desde junho de 2022, quando a perda havia sido de 11,5%.

A pressão sobre as ações brasileiras ganhou força após a reeleição de Lula. No primeiro pregão depois do resultado eleitoral, na segunda-feira (26), a queda do índice acionou o circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações diante de perdas expressivas.

Ao longo da semana, a saída de recursos estrangeiros também contribuiu para a pressão sobre os ativos. Dados da B3 apontaram retirada líquida de quase R$ 7,6 bilhões do mercado secundário de ações nos três primeiros pregões da semana.

Cenário externo

Além das incertezas domésticas, o mercado brasileiro acompanhou um ambiente internacional desfavorável, marcado pela cautela dos investidores em relação às empresas de tecnologia dos Estados Unidos e às perspectivas para a inflação e os juros globais.

Em Nova York, o índice S&P 500 encerrou a sessão com queda de 1,82%, refletindo parte das preocupações relacionadas aos resultados de grandes empresas de tecnologia e aos investimentos em inteligência artificial.

No mercado de câmbio, o índice do dólar, que mede o desempenho da moeda estadunidense diante de uma cesta de seis divisas fortes, registrava alta de 0,01%, aos 101,890 pontos, às 17h31.

*Com informações da Reuters




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