NOTA MT

Nota MT pode ser usado para encontrar o presente do Dia das Mães com melhor preço

Ferramenta Menor Preço permite pesquisar mais de 50 milhões de descrições de produtos

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Economia

Foto por: Rodolfo Perdigão/Secom-MT

O Dia das Mães é a segunda melhor data do ano para a economia, que mais movimenta o comércio, ficando atrás apenas do Natal. Na hora de escolher o presente, o Nota MT pode ser um aliado na busca do melhor preço de mercado pelo item desejado. Para isso, basta que o consumidor utilize o recurso Menor Preço dentro site ou aplicativo do programa.

Uma pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), no fim de abril deste ano, aponta que 89% dos entrevistados em Cuiabá pretendem comprar presentes para o Dia das Mães. Um dado relevante extraído da publicação é que muitos consumidores, o equivalente a 84,8%, tinham começado a buscar, orçar e pesquisar o presente.

Para ajudar nessa busca e facilitar a vida do cidadão, o Menor Preço pode ser de grande valia, pois nele o consumidor procura pelo nome ou pelo código de barras do item desejado, para fazer uma comparação rápida de preços. A ferramenta permite a pesquisa de mais de 50 milhões de descrições de produtos.

Essa praticidade possibilita uma escolha mais assertiva e econômica para adquirir o presente do Dia das Mães.

A ferramenta funciona a partir de alguns parâmetros, como a data e a localização, que podem ser alterados conforme a necessidade da pesquisa. O resultado da pesquisa traz os preços praticados nos estabelecimentos comerciais de Mato Grosso e são baseados no valor registrado nas notas fiscais (NF-e e NFC-e) emitidas pelo setor comercial.

Para usar o recurso, o consumidor deve ter cadastro no Nota MT. Após fazer o login no site ou aplicativo do Nota MT, é só clicar na opção “Menor Preço” e inserir o nome do produto ou realizar a leitura do código de barras do item que deseja pesquisar.

Um fato importante é que o Menor Preço faz a busca em estabelecimentos que emitem nota fiscal, o que traz segurança e garantia ao consumidor em relação a procedência da mercadoria. Além disso, ao comprar nesses locais o consumidor também contribui com o combate à sonegação de impostos e, ainda, ao pedir CPF na nota concorre aos prêmios mensais do Nota MT de até R$ 100 mil.

SECOM/MT

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INPC tem variação negativa em agosto e soma 3,98% em 12 meses

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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para a correção anual de salários, fechou agosto em -0,32%. No acumulado de 12 meses, o indicador marca 3,98%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Agosto teve a inflação mais baixa desde setembro de 2022 (também -0,32%).

Em julho passado, o INPC também tinha apresentado deflação (-0,01%), isto é, inflação negativa. Em agosto de 2025, o indicador ficou em -0,21%.

Em agosto, o grupo de produtos e serviços que mais puxou o índice para baixo foi o chamado habitação (-2,17% e impacto de -0,38 ponto percentual). A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto na conta de luz que os consumidores receberam no mês passado.

Correção de salários

O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado como referência de cálculo para reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.

O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro no seu cálculo. O seguro-desemprego, o teto do INSS e o benefício de quem recebe acima do salário mínimo são reajustados com base no resultado do INPC acumulado até dezembro.

INPC x IPCA

O IBGE divulgou também nesta sexta-feira o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, que teve a menor taxa em quatro anos (-0,32%). 

Uma diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de um até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de um até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.621. 

No INPC, são apurados preços de 367 produtos e serviços (os chamados subitens), dez a menos que no IPCA.

O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam cerca de 25% do índice, mais que no IPCA (aproximadamente 21%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Em perspectiva inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.

De acordo com o IBGE, a apuração do INPC “tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”. 



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