NOTA MT

Sefaz disponibiliza bilhetes eletrônicos do sorteio de quinta-feira (11)

Concorrem aos prêmios 403 mil usuários com mais de 2,6 milhões bilhetes, gerados no mês de abril

Publicado em

Economia

SEFAZ-MT

Os usuários cadastrados no Nota MT já podem consultar no site ou aplicativo do programa os bilhetes eletrônicos do sorteio “Mensal Abril”, que acontece nesta quinta-feira (11.05), a partir das 09h. Ao todo, foram gerados mais de 2,6 milhões de bilhetes de 403.514 consumidores que colocaram o CPF na nota nas compras realizadas entre os dias 1º e 30 de abril.

De acordo com dados da Secretaria de Fazenda (Sefaz), dos bilhetes eletrônicos gerados, 2.675.369 são referentes às notas fiscais (NF-e e NFC-e) e 14.377 aos bilhetes de passagens intermunicipais e interestaduais (BP-e). Somente em relação ao BP-e houve um aumento de 20,67% em comparação ao mês de março, quando foram emitidos cerca de 12 mil documentos fiscais com o CPF da pessoa inscrita no Nota MT.

Os mais de 403 mil consumidores vão concorrer aos 1.010 prêmios que, juntos, somam R$ 900 mil. Serão sorteados 1.000 prêmios de R$ 500, cinco de R$ 10 mil, três de R$ 50 mil e dois com o valor máximo, de R$ 100 mil.

Os participantes podem consultar seus bilhetes após fazer login, selecionar a opção Sorteios, escolher Mensal Abril 2023 e, depois, Meus Bilhetes. O arquivo com a lista de bilhetes do sorteio sem a identificação completa do CPF é público e também pode ser consultado e baixado no site ou aplicativo do programa, selecionando o concurso do mês de abril.

O sorteio será transmitido ao vivo nas páginas da Secretaria da Fazenda no Facebook e no Instagram. O resultado fica disponível no site e aplicativo do Nota MT logo após a transmissão.

Como participar?

É muito fácil participar do Nota MT e concorrer aos prêmios. Basta se cadastrar uma única vez no site ou aplicativo do programa e, depois, sempre pedir o CPF na nota nas compras realizadas em estabelecimentos comerciais do estado. Além de participar dos sorteios, a pessoa também ajuda uma entidade social, caso seja sorteada, e exerce sua cidadania fiscal.

SECOM/MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Economia

Dólar fecha a R$ 5,44 e registra maior alta semanal desde 2008

Publicados

em


O mercado financeiro brasileiro encerrou outubro sob forte pressão, com disparada do dólar e queda acentuada da bolsa de valores. Nesta sexta-feira (30), a moeda estadunidense avançou cerca de 1% e fechou perto de R$ 5,45, enquanto o Ibovespa recuou 0,75%, aos 167,9 mil pontos.

Na semana, o dólar acumulou valorização superior a 9%, a maior desde a crise financeira de 2008. O principal índice da B3 registrou a pior queda semanal desde março de 2020, no início da pandemia de covid-19.

No plano nacional, o desempenho dos ativos foi marcado pelos ajustes do mercado após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelas incertezas sobre a política fiscal brasileira. No cenário internacional, a forte queda de ações de empresas tecnológicas e de inteligência artificial pressionou o dólar e as bolsas de outros países.

Números do dia

  • Dólar à vista: R$ 5,446 (+1,09%);
  • Máxima do dólar no dia: R$ 5,463, por volta das 16h;
  • Ibovespa: 167.921,80 pontos (-0,75%);
  • Dólar na semana: +9,15%;
  • Ibovespa na semana: -18,12%;
  • Dólar em outubro: +5,27%;
  • Ibovespa em outubro: -9,88%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a sexta-feira em alta de 1,09%, cotado a R$ 5,446, no maior valor de fechamento de 2026. Durante a sessão, a moeda chegou a R$ 5,463, antes de reduzir parte dos ganhos.

Na semana posterior ao segundo turno das eleições presidenciais, o dólar acumulou alta de 9,15%, movimento que representa a maior valorização semanal desde outubro de 2008, durante a crise financeira internacional.

Em outubro, a moeda estadunidense avançou 5,27%. Com isso, passou a acumular valorização de 0,81% no ano.

Parte da volatilidade registrada na primeira metade do pregão esteve relacionada à formação da Ptax de fim de mês, taxa calculada pelo Banco Central e utilizada como referência para a liquidação de contratos futuros de câmbio.

A pressão sobre o real também foi influenciada pela reavaliação das posições dos investidores após o resultado eleitoral. A expectativa pela definição da equipe econômica do próximo governo e pela apresentação de medidas relacionadas às contas públicas manteve o mercado atento aos rumos da política fiscal brasileira.

Outro fator foi a procura por proteção cambial antes do fim de semana prolongado pelo feriado de Finados, na segunda-feira (2). No mercado internacional, a moeda estadunidense voltou a subir, perante moedas de países emergentes, num dia marcado por turbulências ligadas a empresas de tecnologia.

Bolsa acumula perdas

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira com queda de 0,75%, aos 167.921,80 pontos. O resultado representou o quinto pregão consecutivo de baixa do principal índice da Bolsa brasileira.

Na semana, o indicador acumulou desvalorização de 18,12%, a maior desde março de 2020, quando havia recuado 18,88% em meio aos impactos iniciais da pandemia de covid-19.

O desempenho mensal também foi negativo. Em outubro, o Ibovespa caiu 9,88%, o pior resultado desde junho de 2022, quando a perda havia sido de 11,5%.

A pressão sobre as ações brasileiras ganhou força após a reeleição de Lula. No primeiro pregão depois do resultado eleitoral, na segunda-feira (26), a queda do índice acionou o circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações diante de perdas expressivas.

Ao longo da semana, a saída de recursos estrangeiros também contribuiu para a pressão sobre os ativos. Dados da B3 apontaram retirada líquida de quase R$ 7,6 bilhões do mercado secundário de ações nos três primeiros pregões da semana.

Cenário externo

Além das incertezas domésticas, o mercado brasileiro acompanhou um ambiente internacional desfavorável, marcado pela cautela dos investidores em relação às empresas de tecnologia dos Estados Unidos e às perspectivas para a inflação e os juros globais.

Em Nova York, o índice S&P 500 encerrou a sessão com queda de 1,82%, refletindo parte das preocupações relacionadas aos resultados de grandes empresas de tecnologia e aos investimentos em inteligência artificial.

No mercado de câmbio, o índice do dólar, que mede o desempenho da moeda estadunidense diante de uma cesta de seis divisas fortes, registrava alta de 0,01%, aos 101,890 pontos, às 17h31.

*Com informações da Reuters




TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA