CUIABÁ

Complexo do Empreendedor oferece oficina gratuita de Marketing Digital na quarta-feira (3)

O Cuiabanco está instalado na rua Barão de Melgaço, 3.678 – Centro (Esquina com a Rua Campo Grande) e estará funcionando a partir de quarta-feira (12), em horário de expediente bancário.

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Foto: Emanoele Daiane

A Prefeitura de Cuiabá, por meio do Complexo do Empreendedor, anexo ao Cuiabanco, localizado na Rua Barão de Melgaço, em Cuibá, oferecerá, na manhã de quarta-feira (3), a partir das 8h, uma oficina gratuita de Marketing Digital, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo telefone: 0800-570-0800 ou pela internet (clique aqui). Na oportunidade única, serão ministradas atividades voltadas ao mercado digital, como por exemplo, apresentação de boas práticas do Instagram, Google e WhatsApp Business.

A Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico (SMATED), é a responsável pela coordenação do evento. O secretário Francisco Vuolo, destacou a importância da utilização das plataformas digitais para alavancar os negócios, servindo de vitrine para o mundo.

“Temos uma excelente aliada que é a internet e as redes sociais. Sabemos que, desde que usada corretamente, os comerciantes conseguem vender para qualquer lugar do Brasil e até mesmo ao exterior. Vamos ensinar, dar os caminhos para que os empreendedores passam começam ou aprimorar a exposição de seus produtos e serviços com o apoio do Sebrae”, disse Vuolo.

O Cuiabanco está instalado na rua Barão de Melgaço, 3.678 – Centro (Esquina com a Rua Campo Grande) e estará funcionando a partir de quarta-feira (12), em horário de expediente bancário.

Por Nathany Gomes/Secom/Cuiabá

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INPC tem variação negativa em agosto e soma 3,98% em 12 meses

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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para a correção anual de salários, fechou agosto em -0,32%. No acumulado de 12 meses, o indicador marca 3,98%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Agosto teve a inflação mais baixa desde setembro de 2022 (também -0,32%).

Em julho passado, o INPC também tinha apresentado deflação (-0,01%), isto é, inflação negativa. Em agosto de 2025, o indicador ficou em -0,21%.

Em agosto, o grupo de produtos e serviços que mais puxou o índice para baixo foi o chamado habitação (-2,17% e impacto de -0,38 ponto percentual). A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto na conta de luz que os consumidores receberam no mês passado.

Correção de salários

O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado como referência de cálculo para reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.

O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro no seu cálculo. O seguro-desemprego, o teto do INSS e o benefício de quem recebe acima do salário mínimo são reajustados com base no resultado do INPC acumulado até dezembro.

INPC x IPCA

O IBGE divulgou também nesta sexta-feira o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, que teve a menor taxa em quatro anos (-0,32%). 

Uma diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de um até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de um até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.621. 

No INPC, são apurados preços de 367 produtos e serviços (os chamados subitens), dez a menos que no IPCA.

O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam cerca de 25% do índice, mais que no IPCA (aproximadamente 21%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Em perspectiva inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.

De acordo com o IBGE, a apuração do INPC “tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”. 



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