ATAQUE EM CONFRESA
Governador vai ao local de operação e agradece policiais: “Bandido não vai se criar aqui”
Mauro Mendes parabenizou forças de Segurança de Mato Grosso, que atuam em conjunto com policiais do Pará, Tocantins, Goiás e Minas Gerais
Política
Junto aos governadores Wanderlei Barbosa (TO) e Ronaldo Caiado (GO), Mauro Mendes agradeceu a todos os mais de 350 agentes de segurança que estão na captura do bando.
Até o momento, oito criminosos morreram em confronto com as polícias e dois foram presos. Também foram apreendidas oito armas, dentre elas dois fuzis .50 e quatro AK-47, carregadores, milhares de munições, coletes balísticos, capacetes balísticos, materiais explosivos e detonadores, além de coturnos, luvas, joelheiras, cotoveleiras, balaclavas e mochilas.
“Nossas forças de Segurança estão unindo esforços com os agentes de Tocantins, Goiás, Pará e Minas Gerais. Eles estão em uma verdadeira caçada a esses criminosos que atacaram a cidade de Confresa. O que esses bandidos fizeram é um atentado contra a segurança pública e uma afronta ao cidadão”, afirmou.
Para Mauro Mendes, a integração das polícias dos cinco estados é uma prova de que “bandido nenhum vai se criar nessa região do país”.
“Vamos ficar aqui quantos dias forem necessários até capturarmos e prendermos todos os bandidos. E aqueles que ousarem enfrentar as forças de Segurança vão ter o mesmo destino que aqueles oito que já vieram a óbito. Parabenizo todos os policiais, em nome dos mato-grossenses, porque vocês estão mostrando que a Polícia vai proteger o cidadão”, completou.
Governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa destacou a integração entre as polícias e o apoio da população local nessa missão, que cedeu espaço para a instalação da sede policial.
“É uma força-tarefa que está fazendo uma forte ação e temos que estar unidos. A área aqui é alagada, de mata e os bandidos estão lá dentro. Queremos parabenizar o esforço das nossas polícias. As famílias aqui sofreram para dar a infraestrutura necessária para que possamos localizar esses marginais”, relatou.
O governador Ronaldo Caiado, de Goiás, classificou a união de esforços como um “evento emblemático”.
“É O início de uma grande ação para mostrar a todos os bandidos que os estados não vão se ajoelhar ao crime. Temos pessoas preparadas, batalhões especializados e vamos dar tranquilidade às pessoas que aqui vivem. Vamos ampliar cada vez mais esse braço. A lei e a ordem vão prevalecer. Aqui na nossa área bandido não cresce, ou muda de profissão ou muda de lugar”, finalizou.

Política
CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.
A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.
O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).
Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.
De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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