VÁRZEA GRANDE

Metas de planejamento e cases de sucessos serão apresentados por VG ao TCE/MT

Assim como no ano passado, o modelo adotado – para o rito de prestação de contas acerca do planejamento estratégico do segundo maior município do Estado – é o virtual, por meio da plataforma Zoom

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Foto: SECOM VG

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Planejamento, realiza no próximo dia 20, entre 10h e 11h30 a apresentação dos resultados de metas do Planejamento de Desenvolvimento Institucional (PDI)/Gerenciamento do Planejamento Estratégico dos Municípios (GPE), referentes a 2022, ao Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE/MT).

Assim como no ano passado, o modelo adotado – para o rito de prestação de contas acerca do planejamento estratégico do segundo maior município do Estado – é o virtual, por meio da plataforma Zoom.

O encontro contará com a participação de representantes do TCE/MT, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), além de integrantes de secretarias municipais e autarquias de Várzea Grande.

Como explica o secretário municipal de Planejamento, João Carlos Cardoso, desde a adesão PDI – e agora o GPE – em 2015, a prefeitura de Várzea Grande vem sendo referência em resultados. “A ferramenta do sistema GPE, disponibilizada pelo TCE/MT, auxilia a prefeitura no controle de execução de suas metas, gerando e agregando valor à sociedade várzea-grandense”.

Conforme Cardoso, “para esse ano, além da apresentação dos resultados, como por exemplo, as metas alcançadas, vamos fazer breves relatos de práticas e experiências inovadoras que impactaram positivamente a sociedade várzea-grandense em 2022. Acreditamos que cases de sucessos são as melhores formas de prestar resultados, pois eles validam na prática o que os números estão apontando”.

Secom/VG

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INPC tem variação negativa em agosto e soma 3,98% em 12 meses

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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para a correção anual de salários, fechou agosto em -0,32%. No acumulado de 12 meses, o indicador marca 3,98%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Agosto teve a inflação mais baixa desde setembro de 2022 (também -0,32%).

Em julho passado, o INPC também tinha apresentado deflação (-0,01%), isto é, inflação negativa. Em agosto de 2025, o indicador ficou em -0,21%.

Em agosto, o grupo de produtos e serviços que mais puxou o índice para baixo foi o chamado habitação (-2,17% e impacto de -0,38 ponto percentual). A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto na conta de luz que os consumidores receberam no mês passado.

Correção de salários

O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado como referência de cálculo para reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.

O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro no seu cálculo. O seguro-desemprego, o teto do INSS e o benefício de quem recebe acima do salário mínimo são reajustados com base no resultado do INPC acumulado até dezembro.

INPC x IPCA

O IBGE divulgou também nesta sexta-feira o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, que teve a menor taxa em quatro anos (-0,32%). 

Uma diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de um até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de um até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.621. 

No INPC, são apurados preços de 367 produtos e serviços (os chamados subitens), dez a menos que no IPCA.

O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam cerca de 25% do índice, mais que no IPCA (aproximadamente 21%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Em perspectiva inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.

De acordo com o IBGE, a apuração do INPC “tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”. 



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