Mato Grosso

Em ano eleitoral Ivan dos Santos já começa com derrota

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Mais uma derrota marca a vida pública do vereador por Várzea Grande, Ivan dos Santos (Solidariedade), que sempre teve embates com a imprensa, quando de alguma forma viesse mostrar, relatar e reportar atividades ligadas ao parlamentar, que não condiz com as condutas exigidas pela sociedade várzea-grandense.

Em um ato que pode ser mais considerado como opressor e abuso de poder, o vereador Ivan dos Santos entrou com uma ação, contra o jornalista e apresentador de televisão do Programa da Gente, Laerte Lenes, que publicou em seu veículo de comunicação, Jornal O Mato Grosso, a omissão por parte do Ivan, com algumas situações ocorridas na Câmara Municipal de Várzea Grande.

Na matéria, o parlamentar recebeu a alcunha de “Ivan Agendinha”, neste caso, o vereador se viu no direito de processar o jornalista Laerte Lanes, caracterizando que o objetivo era impedir o direito de liberdade de imprensa do profissional.

A Justiça foi feita:

“Através dos advogados de defesa Tarcísio Brum e Diandra Fernandes, o juiz Kleber Corrêa de Arruda refutou a pretensão do vereador em julgamento de mérito”.

e

Cumprindo o que está escrito na Constituição, o juiz reforçou a liberdade de imprensa, concedendo ao jornalista Laerte Lanes, o direito de exercer sua profissão, dando continuidade na colaboração com o desenvolvimento da sociedade, através das informações divulgadas em seus veículos de comunicação.

Esta derrota entra para mais uma da coleção do vereador Ivan dos Santos, que desde quando entrou para a vida pública, nunca soube lidar com a imprensa.

Passando por mais este vexame, quem sabe agora o parlamentar aprende que a divulgação das atividades do vereador Ivan dos Santos, é de interesse público e dever dos jornalistas.

 

“Como seria se os veículos de comunicações só divulgassem o que é de interesse dos políticos, aí não é jornalismo, é publicidade, seria uma série de propagandas, estamos trabalhando para levar as informações baseadas em fatos reais para sociedade, por isso temos credibilidade, graças a Deus, a justiça fez justiça, e podemos dar continuidade ao nosso trabalho”, ressaltou o jornalista Laerte Lanes.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em


Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA