DEFENSOR DOS TRABALHADORES NO CAMPO

Sinterp-MT enaltece trabalho de Botelho a favor da agricultura familiar

O SINTERP, apoiador da agricultura familiar, registra atuação ininterrupta a favor dos trabalhadores da área rural, em si, para manutenção dos seus direitos de plena garantia constitucional jurídica. Considera-se de alta relevância qualquer fala que proceda da diretoria dessa entidade

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Disparado em popularidade para vencer a disputa pela Prefeitura de Cuiabá nas próximas eleições, o deputado estadual Eduardo Botelho, presidente da ALMT, também desfruta de largo prestígio junto a entidades sindicais destacadas do Estado.

Esse reconhecimento ao trabalho de Botelho traduz a força política que o parlamentar detém em frentes distintas do Estado (social, empresarial, comercial, industrial), com continência defensora à ala mais carente da população, sua tradicional linha de ação política.

Entre as entidades que aplaudem o desempenho de Eduardo Botelho consta o SINTERP-MT – Sindicato dos Trabalhadores da Assistência Técnica, Pesquisa e Extensão Rural de Mato Grosso. O sindicato parabenizou publicamente Botelho pela defesa da agricultura familiar no Estado.

Créditos: EMPAER-MT

O SINTERP se tornou instrumento destacado de luta a favor dos trabalhadores rurais há décadas, com destaque para diversos benefícios conquistados a favor dos servidores da EMPAER-MT, Secretaria de Agricultora e Pastas afins, ligadas ao setor agrícola.

Foto: Maurício Barbant/ALMT

No conjunto, também há solidário apoio dos técnicos agrícolas, oficialmente inseridos na folha funcional do governo, para melhor desenvoltura das atividades de luta do sindicato aos que labutam na agricultura nos rincões de todo o Estado.

Segundo exposição feita pela diretoria do SINTERP, o compromisso maior é estar solidário com os anseios oriundos da área campestre, pois é do meio rural – defendem consensualmente – que vem o alimento servido nas mesas mato-grossenses.

Empaer-MT

Sendo assim, avaliam, qualquer apoio político expressivo pode ter conotação decisória nos benefícios elencados, principalmente se partir de uma das lideranças mais fortes no setor; o nome do deputado estadual Botelho é uma das referências espontâneas.

Créditos: Secretaria de Imprensa da ALMT

Esses elogios a Botelho decorrem de uma de suas recentes vitórias parlamentares: sob sua liderança, a ALMT derrubou o veto 21/2023, garantindo recursos da ordem de R$ 85 milhões para investimentos na EMPAER-MT. A autarquia é uma das responsáveis pelo fortalecimento dos trabalhos da agricultura familiar.

Segundo pronunciamento do agricultor Clodoaldo Maccari, que produz pequi em Gaúcha do Norte (595 km de Cuiabá), o presidente da ALMT tem feito por merecer aplausos diários ao apoiar os pequenos produtores de Mato Grosso. Esse reconhecimento do SINTERP, acentuou, se acopla merecidamente ao sentimento justiceiro.

“O deputado Botelho é companheiro dos que labutam sol a sol nos campos mato-grossenses. Conhece nossas dificuldades e a necessidade de que sejamos mais apoiados para poder produzir mais e com melhor qualidade. Contar com a ALMT nos reconforta bastante, sem dúvida”, sublinhou.

 

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ALMT participa da elaboração de manuais de orientação sobre violência contra a mulher

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio da Procuradoria Especial da Mulher, participa da elaboração de dois manuais voltados à prevenção e ao enfrentamento da violência contra a mulher. Desenvolvidos em parceria com o Governo do Estado, os materiais serão destinados aos profissionais da comunicação e da segurança pública, com orientações para evitar a exposição das vítimas, a reprodução de comportamentos violentos e a divulgação sensacionalista de casos de violência doméstica e feminicídio. A previsão é que os documentos sejam concluídos até o final de novembro.

A parceria envolve, além da Assembleia Legislativa e do Governo do Estado, representantes do Poder Judiciário, Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MP-MT), Defensoria Pública, Tribunal de Contas e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entre outras instituições.

A iniciativa é coordenada pelo Gabinete de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, comandado pela delegada da Polícia Civil Mariell Antonini, e reúne instituições da Rede Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. Para desenvolver os materiais, foi criado um grupo de trabalho responsável por estabelecer diretrizes de comunicação e medidas preventivas relacionadas ao chamado efeito copycat, expressão utilizada para definir a possível imitação de comportamentos violentos após a ampla divulgação de determinados crimes.

Segundo Mariell Antonini, a preocupação surgiu a partir de estudos que apontam a possibilidade de determinados crimes serem reproduzidos após receberem grande repercussão, especialmente quando a divulgação apresenta detalhes excessivos sobre a violência praticada.

“Dependendo da notícia, da veiculação de uma informação pelos canais de comunicação, pela mídia em geral, é possível que haja uma replicação, um efeito imitador daquela conduta nas semanas seguintes aos fatos”, explicou a delegada.

A procuradora especial da Mulher da ALMT, Francielle Brustolin, destacou que a participação da Casa de Leis ocorreu desde os estudos iniciais até a elaboração dos protocolos, manuais, guias, cartilhas e estruturação das capacitações. O trabalho contou também com a contribuição técnica da jornalista Deisy Boroviec, profissional de comunicação da Assembleia com experiência na temática da violência de gênero.

“A Assembleia Legislativa não participou apenas formalmente do grupo de trabalho. Contribuiu efetivamente para a construção de instrumentos que buscam transformar a comunicação em uma ferramenta de prevenção, proteção e enfrentamento à violência contra as mulheres”, afirmou Francielle.

Imprensa e segurança pública – O manual destinado à imprensa terá caráter orientativo, respeitando a liberdade de imprensa e a independência editorial dos veículos. Entre as recomendações estão evitar a culpabilização das vítimas, a romantização dos crimes, a exposição desnecessária de detalhes da violência e expressões que possam justificar as agressões.

Já o documento voltado às forças de segurança, especialmente às polícias Civil e Militar, apresentará orientações para pronunciamentos oficiais, preservação das investigações, proteção das vítimas e familiares e cuidados com a divulgação de informações sobre os crimes.

“A publicação vai abordar os cuidados necessários para preservar a dignidade das vítimas, evitar a exposição dos filhos e demais familiares e garantir que a divulgação das ocorrências não comprometa investigações ou provas. Também estão previstas recomendações sobre a preservação dos locais de crime e o respeito à cadeia de custódia, conjunto de procedimentos que assegura a integridade das provas durante a investigação criminal”, descreveu a delegada.

Segundo Mariell Antonini, a forma como os casos são apresentados à sociedade pode influenciar comportamentos e contribuir para a naturalização da violência.

“A imprensa tem um importante papel de transformação. O que nós precisamos mudar na nossa sociedade é a cultura, essa cultura de naturalização da violência contra a mulher. Por isso, precisamos trabalhar com todos os atores que possam colaborar”, ressaltou a delegada.

Para a procuradora Francielle, a proposta não é limitar a divulgação das ocorrências, mas oferecer referências técnicas que permitam informar com responsabilidade e dar visibilidade aos mecanismos de denúncia e proteção.

“Não basta que a sociedade saiba que uma mulher foi vítima de violência. É fundamental que compreenda a gravidade do crime, reconheça os sinais de risco e saiba onde buscar ajuda. A notícia precisa informar sem transformar a violência em espetáculo”, enfatizou.

Capacitação – Além da elaboração dos documentos, a Procuradoria Especial da Mulher organiza uma capacitação prevista para novembro, na sede da ALMT, nas modalidades presencial e virtual. A data ainda será definida.

A formação será direcionada a jornalistas, assessores de imprensa, publicitários, comunicadores institucionais, influenciadores digitais e demais profissionais que atuam na produção e divulgação de informações. O objetivo é apresentar orientações práticas sobre a cobertura responsável de crimes contra mulheres, o uso adequado da linguagem e a prevenção da revitimização.

A modalidade virtual permitirá a participação de profissionais do interior do estado, com a possibilidade de articulação das Procuradorias da Mulher existentes nas Câmaras Municipais.

“Queremos oferecer uma formação que vá além da apresentação dos manuais, com orientações práticas sobre a cobertura responsável de crimes de violência contra a mulher, a prevenção dos riscos associados ao efeito copycat e a preservação da dignidade das vítimas”, explicou a procuradora.

A Procuradoria Especial da Mulher também pretende utilizar a Escola do Legislativo, a TV Assembleia e os canais digitais da Casa de Leis para ampliar as ações educativas e levar informações à população.

Para Francielle Brustolin, a iniciativa reforça o compromisso da ALMT com a prevenção, o acolhimento das vítimas e o fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres.

“A transformação cultural começa quando deixamos de justificar a violência, passamos a reconhecer seus primeiros sinais e assumimos coletivamente a responsabilidade de combatê-la”, disse.

Após a conclusão, os dois manuais deverão ficar disponíveis na plataforma mulher.mt.gov.br⁠, para consulta dos profissionais e da sociedade.

O portal também disponibiliza vídeos informativos de curta duração, com orientações sobre como identificar situações de violência doméstica, buscar atendimento e contribuir para a prevenção.

Fonte: ALMT – MT



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