ARTE DAS REDEIRAS
“Propósito de mudar a vida das redeiras nos une”, diz estilista sobre primeira-dama
O encontro da primeira-dama, Virginia Mendes, com a estilista Martha Medeiros marca o início do projeto de expansão dos negócios das redeiras de Limpo Grande e da cultura indígena
Política


Divulgação
“Um dos momentos mais emocionantes da minha vida foi quando estive em Limpo Grande junto com a Virginia, conhecer aquelas mulheres incríveis que fazem a renda se transformar em rede. Um verdadeiro trabalho de arte autoral que só existe naquele lugar. O convite da primeira-dama Virginia Mendes é que a gente transforme algo tão simples em obra de arte”, contou a estilista.
Martha Medeiros destacou a semelhança que ela e a primeira-dama têm. Ela ainda falou sobre a estratégia para expandir a produtividade das artesãs. “Uma coisa que vamos buscar são os insumos a um preço competitivo para que a gente realmente ajudá-las a expandir os negócios”.
Para a primeira-dama Virginia Mendes o encontro com a estilista foi mais que produtivo. Ela o avaliou como motivador. “A Martha é uma amiga muito querida, e como ela disse temos a mesma vontade: ajudar pessoas e transformar vidas. A nossa reunião foi motivadora, já estou cheia de ideias. Sou fascinada pelo trabalho das redeiras de Limpo Grande, e tenho certeza que vamos conseguir os insumos com preços competitivos para que elas possam produzir mais e levar o trabalho de arte delas para todo o mundo”.
Outra pauta que Virginia Mendes tratou com a estilista foi da cultura indígena. “Vou levá-la para conhecer a cultura indígena mato-grossense e juntas vamos pensar projetos para ajudar nossos irmãos indígenas com a produção de artesanatos. Eles produzem peças lindas e únicas que o mundo precisa conhecer. O encontro marca o início do projeto de expansão dos negócios das redeiras de Limpo Grande e da cultura indígena”, disse Virginia Mendes.
“Um dos sonhos que eu tenho com as comunidades indígenas é pegar todo o artesanato, não mexer na originalidade deles, porém transformar em objeto de arte para que sejam expostos em todo mundo, e para que o mundo conheça o verdadeiro luxo brasileiro”, revelou Martha Medeiros.
Fonte: SECOM MT
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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