MATO GROSSO
Reposição florestal é um dos pontos taxativos na agenda do governo”, afirma governador
Sedec emitiu mais de 190 certificados de taxa de reposição florestal em 12 meses
Política
Em atividade desde março de 2022, o Fundo de Desenvolvimento Florestal de Mato Grosso (Desenvolve Floresta), da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, já emitiu mais de 190 certificados de taxa de reposição florestal.
O pagamento da taxa é uma oportunidade ofertada pelo Governo do Estado para a regularização ambiental das propriedades com débitos relativos à reposição de área desmatada. Além disso, o Desenvolve Floresta é a opção mais econômica para o proprietário rural que precisa repor a área nativa desmatada em sua propriedade. A contribuição com o Fundo é um mecanismo de compensação pela supressão da vegetação nativa.
“A taxa é muito menor do que os valores praticados em outras modalidades. Quem escolhe fazer a reposição florestal de sua propriedade por meio da Sedec pode efetuar o pagamento à vista ou de forma parcelada. A análise dos requerimentos é feita de forma ágil, e os certificados são emitidos em menos de 15 dias a partir do pagamento das taxas”, explicou o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.
A taxa para reposição florestal é calculada levando em consideração a área total do desmate e o produtor que compensar por tora e lenha. O valor para a reposição florestal no mercado costuma flutuar entre R$ 13 e R$ 15, porém o Desenvolve Floresta consegue oferecer preços três vezes mais baratos. Em fevereiro por exemplo, um metro de lenha pode ser adquirido por R$ 4,39.
“O Governo de Mato Grosso tem compromisso em desenvolver a agroindústria, sem se esquecer do setor ambiental, então todo o dinheiro arrecadado por meio do Desenvolve Floresta é reconduzido para atividades de florestamento, reflorestamento, manejo florestal sustentável, pesquisa florestal, assistência técnica e extensão rural dentro do Estado de Mato Grosso”, finalizou o secretário.
Para aderir ao Fundo Desenvolve Floresta, o produtor deve acessar o site: www.sedec.mt.gov.br/desenvolvefloresta e seguir as instruções descritas na página.
FONTE: SECOM-MT
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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