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Processo de instalação de vigas de concreto é iniciado no viaduto da Avenida das Torres

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Da Redação

A construção do viaduto José Maria Barbosa — Juca do Guaraná “Pai”, na Avenida Edna Maria Albuquerque Affi (Av. das Torres), começou a receber nesta semana o lançamento das primeiras vigas de concreto. Ao todo, o elevado contará com 64 dessas estruturas instaladas ao longo dos seus 200 metros de extensão. A Prefeitura de Cuiabá investe R$ 16.340.726,63 na obra.

No local, já foram superadas as etapas de meso e infraestrutura, que compreendem a fundação das estacas raízes, concretagem das bases, levantamento dos pilares de sustentação e dos pórticos. Conforme o cronograma da Secretaria de Obras Públicas, após a fixação das vigas, o trabalho seguirá para o estágio de colocação da pré-laje. 

“Estávamos aguardando a remoção da linha de transmissão de energia para dar início ao içamento das vigas. A obra tem evoluído com a qualidade e agilidade que planejamos. Sabemos que é uma estrutura que irá impactar positivamente na vida de milhares de cuiabanos. Por isso não poupamos esforços para fazer esse projeto se materializar”, comenta o secretário de Obras Públicas, Vanderlúcio Rodrigues. 

A edificação leva o nome do ex-vereador por Cuiabá, José Maria Barbosa — Juca do Guaraná (Pai). Falecido em julho de 2018, Juca fez um mandato marcante na Câmara Municipal, na legislatura de 2008 a 2012. Em sua passagem pela política, prestou grande colaboração para o desenvolvimento do município, principalmente com ações voltadas para a área social. Além da trajetória política, também teve atuação destacada no campo comercial.

VIADUTO MURILO DOMINGOS

A Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio) também constará com uma estrutura semelhante. Neste momento, a obra no local se encontra na fase de perfuração e fundação das estacas raízes. Segundo a Secretaria, das 96 estacas previstas no projeto 92 já foram concluídas. Para este elevado, o investimento é de R$ 13.992.929,79.

O viaduto é batizado de Murilo Domingo em homenagem ao ex-prefeito de Várzea Grande e ex-deputado federal por Mato Grosso, falecido aos 78 anos. Além da atuação política e comercial, exerceu um fundamental papel no campo ambiental. Murilo foi uma das primeiras lideranças políticas a levantar discussões e a promover ações concretas de preservação do Rio Cuiabá, como a soltura de mais de 5 milhões de filhotes de peixes.

 

Foto: Luiz Alves/Prefeitura Cuiabá.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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