EDUCAÇÃO

Em Tribuna Livre, Maysa Leão reforça luta pela inclusão de crianças com deficiência nas escolas

Uma outra demanda apresentada recentemente foi sobre os direitos dos alunos com autismo terem vagas nas escolas da rede pública e privada de Cuiabá.

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Foto: assessoria

 

A vereadora Maysa Leão (Republicanos) usou a Tribuna Livre desta quinta-feira (16), para reforçar a luta dos pais de crianças autistas e com deficiência para incluí-las no ambiente escolar. Desde o ano passado, a parlamentar vem abordando a dificuldade para que estes alunos iniciem o ano letivo, assim como a falta de Cuidadoras de Alunos com Deficiência (CADs), para acompanhar os autistas em sala de aula.
Uma outra demanda apresentada recentemente foi sobre os direitos dos alunos com autismo terem vagas nas escolas da rede pública e privada de Cuiabá.
“O município de Cuiabá vive hoje uma escolha de inclusão de fantasia, porque ela custa caro. Ela aparentemente cumpre a lei, mas quando você olha o contrato da Conviva, essa empresa que recebe R$ 4 mil por profissional de 40 horas, e R$ 3 mil por profissional de 30 horas, mas entrega a estes profissionais uma remuneração ínfima e dá para eles um treinamento de mentira, ou seja, temos hoje uma lei cumprida na fantasia”, ressaltou a vereadora.
O advogado e vice-presidente da Associação de Amigos dos Autistas, Neurodiversos e Pessoas com Doenças Raras de Mato Grosso (Amand-MT), José Samuel Sampaio de Souza, foi convidado por Maysa para falar um pouco mais sobre o tema.
“Esses problemas se repetem por uma interpretação errônea da lei. A gente vê que o hoje o poder público aplica a lei, mas aplica da forma que convém e que não vale para quem precisa dela e não supre as necessidades. A educação especial é um investimento para que as nossas crianças possam ter autonomia”, disse.
Fonte: Assessoria de Gabinete
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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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