Mato Grosso
Com três pacientes curados, Várzea Grande endurece fiscalização
Mato Grosso
Da Redação
Várzea Grande voltou a receber uma boa notícia em relação ao combate ao Coronavírus –Covid- 19. Mais dois pacientes foram declarados 100% curado, completando assim um quadro favorável de três pacientes curados, uma mulher de 26 anos, um homem de 44 e um menino de 10 anos.
“São sempre noticias alvissareiras, ainda mais em tempo de pandemia e na qual dependemos muito da compreensão e responsabilidade das pessoas que podem ajudar e contribuir muito mantendo o distanciamento social para aqueles que puderem, e dois metros de distância para aqueles que estão trabalhando e prestam serviços essenciais além da higienização rigorosa, constante como utilização de máscaras, luvas, álcool gel e muita água e sabão”, disse o secretário de Saúde de Várzea Grande, Diógenes Marcondes.
O Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus de Várzea Grande considerou como importante o fato de nas últimas horas não surgirem casos novos, em que pesem, por determinação do Ministério da Saúde, todos os casos são suspeitos até que os exames descartem os mesmo, mas isto depende dos testes rápidos que ainda estão sendo aguardados.
“Este novo caso que aparece confirmado que elevou o Boletim de Monitoramento de ontem para hoje de 05 para 06 casos, foi apenas uma correção, pois ele estava sendo contabilizado como sendo de Cuiabá, quando na verdade ele é morador de Várzea Grande, mas foi internado em Hospital Particular na capital do Estado”, disse o presidente do Comitê de Enfrentamento e secretário de Governo, Kalil Baracat.
Ambos reforçaram que a flexibilização no funcionamento de comércio de uma maneira em geral e indústrias terão a fiscalização redobrada e a exigências ainda maiores, sendo que o Comitê de Enfrentamento está tentando colocar em prática multas online, ou seja, para aqueles que desrespeitarem as regras e exigências para funcionamento, a Vigilância Sanitária poderá autorizar o fechamento imediato e a multa será aplicada na hora para impor a necessidade de que o funcionamento não permite que se relaxe nas regras de higienização e distanciamento social, além dos dois metros entre as pessoas para conter a pandemia.
Foto: Secom-VG
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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