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Condenados trabalham campanha de pré-candidato Flavio Frical

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Da Redação

Em pleno período de quarentena, devido a pandemia do coronavírus, várias personalidades do setor empresarial e político de Várzea Grande, estão com suas atividades a todo vapor nos bastidores, buscando formação de grupos, para disputar a próxima eleição municipal.

De acordo com informações de bastidores, um grupo liderado pelos empresários Flávio Vargas e Tião da Zaeli estão buscando lideranças, para fortalecer a composição de uma chapa, que venha disputar as próximas eleições.

“Condenados trabalham campanha de pré-candidato Flavio Frical”.

Mesmo estando em um período considerado impróprio, já que enquanto o mundo está preocupado em sobreviver, esses empresários estão preocupados com política, com poder, com dinheiro, com eleição, vindo de quem vem, não é novidade, o espanto ficou por conta das “personalidades” que estão sendo citadas na suposta composição do grupo, como:

Formação de grupo  

Jaja Neves – Condenado pela Justiça.

Ex- suplente deputado estadual, Jaja Neves que em 2018 foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TER) por abuso de poder e uso indivíduo de meio de comunicação social.

Caso:

Foto: gazetadigital

Na eleição de 2016, os irmão Jaja Neves e Ademar Jaja utilizaram da comunicação para burlar o eleitor, quando colocaram a foto do apresentador de televisão Jaja Neves em adesivo, encima da foto do santinho de Ademar Jaja, que foi eleito, mas teve seu mandato cassado.

Dr.Wallace Guimarães – Condenado pela Justiça a 12 anos.

O ex-prefeito, ex-deputado estadual, ex-vereador Dr. Wallace Guimarães desde quando ingressou na vida pública, que escândalos marcam a sua vida política, com casos como foi a informatização da Câmara Municipal de Várzea Grande, quando Wallace foi presidente da Casa de Leis, que até hoje não se sabe ao certo onde foi parar o recurso.

As atitudes de Wallace como deputado, pelo processo que foi condenado, não mudou de parâmetros, ainda mais porque tinha livre acesso ao então ex-governador Silval Barbosa, que as suas ações com o recurso público, são extremamente conhecida pelo povo de Mato Grosso.

Caso:

Foto: reportermt

Acusado de participar no desvio de R$ 2 milhões dos cofres públicos para financiar campanha eleitoral, Wallace responde por formação de organização criminosa e corrupção ativa, (Operação Sodoma II).

Wallace foi também condenado por porte munição de uso restrito, a dois anos de reclusão, mais pagamento de multa de R$4,4 mil.

Wallace teve o mandato de Prefeito de Várzea Grande cassado por abuso de poder político, econômico e caixa 2.

Sebastião dos Reis Gonçalves–  Tião da Zaeli – É condenado pela Justiça.

Pela prática de improbidade administrativa, a justiça condenou o ex-prefeito de Várzea Grande, Tião da Zaeli a pagar multa de quase R$ 1 milhão e direitos políticos suspensos por cinco anos.

“Prefeito Ilustrativo”.

Caso:

Foto: reportermt

O Ministério Público do Estado, moveu uma ação contra o ex-gestor, Tião é acusado de doar, em ano eleitoral (2012), área ilegal para empresa particular.

Tião foi também condenado pelo Tribunal de Contas por pagamentos indevido a pessoal. (Com multa e devolução pagamento estimado ultrapassa dos R$ 3 milhões).

Maksuês Leite – Condenado na Justiça.

O ex-deputado estadual, jornalista e apresentador de televisão, é outro que desde o início da sua vida pública teve seu nome envolvido com escândalos, quem não se lembra da suposta venda, troca ou barganha na vaga para disputar a Prefeitura de Várzea Grande, quando Maksuês despontava na época. Como deputado estadual, a sua conduta também não foi considerada ilibada, mas o caso mais famoso envolvendo o ex-deputado foi o esquema de desvio de recurso público, em parceria com o então ex-vereador e presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, João Emanuel.

Foto: olharjuridico

“Maksuês Leite, teve pena fixada em 04 anos, 01 mês e 20 dias além do pagamento de 67 dias multa pelos crimes de peculato e falsidade ideológica”.

 Maninho de Barros – Condenado na Justiça. (A barriga mais famosa de Várzea Grande).

A cidade de Várzea Grande já teve uma dupla no comando digna de “Gotham City”, Maninho de Barros Eder Morais popularmente conhecidos como “Pinguim e Charada”. Segundo informações de bastidores, naquela época na cidade tudo podia, menos deixar a dupla desfavorecida.

Foto: papodecinema

Maninho de Barros tem várias condenações na justiça, entre elas, uma por improbidade administrativa, quando fez a doação de um terreno, neste caso Maninho ficou com os direitos políticos cancelados por cinco anos, além de ter que pagar aproximadamente R$ 600 mil de multa.

“Eder Morais só Batman mesmo pra da jeito no corpo dele”.

Como pode-se dizer, “diga-me com quem tu andas, que direi quem tu és”, uma frase popular com um simbolismo que afeta ou atenua as características de uma pessoa, seja ela no âmbito social, político, econômico e até mesmo afetivo.

“Abençoado é o homem que não anda no conselho do ímpio, nem fica no caminho dos pecadores, nem assenta na cadeira dos escarnecedores” (Salmo 1:1 KJF).

Em uma pré-campanha, será que vale a pena fazer tudo pelo poder, ou até mesmo o “pacto com o diabo”, já que o caminho escolhido pelo “Grupo dos Condenados”, não é de flores, repleto de anjos, com ações ilibadas, límpidas, humanas, puras e cristalinas.

Pelo que tudo indica, é mais propicio para o pré-candidato Flávio Frical construir um novo caminho, do que insistir na velha estrada.

Foto: midianews

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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