Plano Plurianual

Governo de MT inicia elaboração do Plano Plurianual com foco em eficiência e resultados

O PPA é um instrumento legal de planejamento estratégico que institui as diretrizes, objetivos e metas de médio prazo da administração pública

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Política

Foto por Mayke Toscano-Secom-MT

O Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), iniciou nesta segunda-feira (30.01) a elaboração do Plano Plurianual 2024-2027, que deverá ser enviado para a Assembleia Legislativa, como projeto de lei, até 30 de agosto.

O projeto dá início a um amplo processo de aprimoramento do modelo de gestão estratégica do Governo de Mato Grosso, com o foco no planejamento orientado para eficiência e resultado, e o processo decisório guiado por indicadores, que resultará na construção do próximo Plano Plurianual.

De acordo com o governador Mauro Mendes, o Governo do Estado entra em um ciclo muito mais desafiador, cuja palavra de ordem é “eficiência”.

“Nosso maior desafio não será mais o equilíbrio fiscal, porque isso já está superado. A questão agora é sermos mais eficientes do que fomos na primeira gestão, prestando serviços de qualidade ao cidadão”, declarou.

O Plano Plurianual é um instrumento legal de planejamento estratégico, que prioriza recursos públicos para que, por meio dos programas de governo, sejam estabelecidos, de forma clara e objetiva, os problemas comuns da sociedade, bem como e quanto desses problemas serão resolvidos.

Conforme o titular da Seplag, Basílio Bezerra, os indicadores serão revisados com foco no resultado e na qualidade da prestação de serviço para garantir mais eficiência na gestão dos recursos públicos.

“É preciso que o gasto gere resultados que contribuam de forma efetiva com os objetivos do programa governamental e, consequentemente, na resolução dos problemas da sociedade”, destacou.

Para a elaboração do PPA, o Governo de Mato Grosso contará com a parceria inédita da Fundação Dom Cabral, uma instituição de renome especialista em gestão pública.

A diretora executiva do Fundo de Gestão Pública da fundação, Patrícia Becker, destacou a importância dos gestores das pastas, responsáveis por programas e ações governamentais, realizarem o planejamento das políticas públicas com foco em resultados, priorizando metas e recursos, e utilizando os instrumentos legais como ferramenta de gestão para resultados.

“O PPA é o movimento de planejamento mais importante na gestão pública, porque ele institui as diretrizes, objetivos e metas de médio prazo da administração, estabelecendo a relação entre as orientações estratégicas de governo e o orçamento público”, explicou.

Participaram da reunião a presidente do Tribunal de Justiça, Clarice Claudino da Silva, representantes da Defensoria Pública, do Tribunal de Contas do Estado, secretários de Estado, presidentes de autarquias e fundações e servidores dos núcleos de Gestão Estratégica para Resultados e unidades de Planejamento Setorial.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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