ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MT
À frente da Mesa Diretora da AL, Botelho e Max oficializam nova aliança de trabalho
Ambos os parlamentares oficializaram, nas prévias dessa disputa, desejo pelo cargo majoritário, de presidente, mas as composições partidárias e junto às bases aliadas culminaram na manutenção dos cargos respectivamente ocupados.
Política
A posse da nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Biênio 23/24), que acontece neste sábado, centraliza novamente dois nomes já respeitados pelo eleitorado mato-grossense: deputados Eduardo Botelho (União) e Max Joel Russi (PSB), que novamente sequenciarão aliança de trabalho na Presidência e primeira-secretária do Parlamento Estadual.
Ambos os parlamentares oficializaram, nas prévias dessa disputa, desejo pela presidência, mas as composições partidárias e junto às bases aliadas culminaram na manutenção dos cargos respectivamente ocupados.
Para os deputados, não se tratou de embate político de ordem pessoal, mas de harmonização de interesses em trabalhar por Mato Grosso. Definiram que têm experiência no comando da Casa de Leis e, também, na 1a. Secretaria, atividades que exercem com animosidade entusiástica.

Divulgação omatogrosso
“Não houve alternância de cargos, dessa vez. A composição da chapa foi feita de forma consensual, com os demais cargos da Mesa sendo ocupados naturalmente. Eu e Botelho tínhamos já adiantado desejo pela presidência da ALMT, mas em nenhum momento radicalizamos essa questão”, disse Max.
Pautado nisso, o primeiro-secretário salientou que primou por não incorrer em imposições inabaláveis enquanto candidato, apenas manifestando desejo natural de retornar à presidência do Legislativo Estadual.
Já Botelho, explicou que a linha seguida na composição de cargos da Mesa Diretora, por parte de ambos os concorrentes à presidência, foi a de ouvir as bases partidárias e demais e aliados. E acrescentou ter havido contínua disposição de busca pelo diálogo, entendimento que considera necessário em disputas semelhantes.
“Eu e Max, velho amigo, e companheiro de batalhas parlamentares por MT e seus habitantes, conversamos bastante no decorrer dessa disputa pelos cargos majoritários na Mesa Diretora. Ele afirmou, sem rodeios, que seu objetivo era a presidência. Respondi ser esse também o meu desejo. Max disse que iria ouvir seus apoiadores para então decidir, e eu fiz o mesmo. Enfim, foi tudo consensual”, assinala Eduardo Botelho.
NOVA MESA DIRETORA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MT:
Eduardo Botelho (União), presidente;
Janaína Riva (MDB) vice-presidente;
Max Russi (PSB), primeiro-secretário;
Wilson Santos (PSD), 2. vice-presidente;
Valdir Barranco (PT), secretário;
Elizeu Nascimento (PL), 3. secretário;
Valmir Moretto (Republicanos), 4. secretário
Fonte: redação omatogrosso.com
Política
Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares
Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.
A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.
Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:
- transporte;
- moradia;
- participação social;
- respeito e inclusão social;
- participação cívica e emprego;
- prédios públicos e espaços abertos;
- comunicação e informação;
- apoio comunitário e serviços de saúde;
- segurança dos idosos.
Conselho
O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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