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HMC, UPA Verdão e novas UBSs consolidam avanços históricos na Saúde da Cuiabá dos 301 anos

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Da Redação

Em apenas três anos de gestão Emanuel Pinheiro, a construção e entrega do Hospital Municipal de Cuiabá – HMC Dr. Leony Palma de Carvalho, que já é o maior complexo hospitalar do SUS do Centro Oeste e está entre os três maiores empreendimentos públicos do país, aliado à Unidade de Pronto Atendimento 24h (UPA) do bairro Verdão e mais três Unidades Básicas de Saúde marcam avanços históricos e consolidam a virada de página na Saúde Pública de Cuiabá em seus 301 anos. 

Para se ter noção dos avanços, apenas o HMC configura, conforme o Ministério da Saúde, um salto de 20 anos na Saúde Pública de MT. A ampliação na cobertura se deve ao fato de Cuiabá acolher pacientes dos 141 municípios do Estado.

A UPA Verdão sera referência aos atendimentos de pacientes com o novo Coronavírus (COVID -19). Além disso, a UPA Leblon, que será entregue no próximo mês, também colocará a tricentenária capital em posição de destaque nacional na cobertura de urgência e emergência. 

A afirmação é endossada pelo Ministério da Saúde, por meio da Portaria nº 10, de 03 de janeiro de 2017. O documento, que redefine as diretrizes de modelo assistencial e financiamento de UPA 24h de Pronto Atendimento como Componente da Rede de Atenção às Urgências, no âmbito do Sistema Único de Saúde, estipula 250 a 300 mil habitantes por UPA. 

Partindo da decisão, Cuiabá, que possui pouco mais de 600 mil habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e está no limite de cobertura preconizada pelo MS com as UPAs SUL, no bairro Pascoal Ramos e a Norte no Morada do Ouro, terá quatro para pouco mais de 600 mil habitantes.

Segundo o secretário de Saúde, Luiz Antônio Possas de Carvalho, na prática, isso significa que a Capital terá capacidade plena para atender de 500 a 600 mil habitantes a mais na Atenção Secundária.

“Embora a tarefa de humanizar a saúde pública de Cuiabá seja árdua, pois nossa rede recebe pacientes de todo o estado de Mato Grosso e até de países vizinhos, com as quatro UPAs, estaremos aptos para atender até o dobro de população atual. Um presente para os 301 anos da Capital, especialmente neste momento em que todos mais precisam da Saúde”, frisou Pôssas.

Faltando ainda um ano para concluir o mandato, Pinheiro já acumula também diversas obras concluídas e entregues na Atenção Básica. Dentre elas, três novas Unidades Básicas de Saúde – UBS sendo elas Jockey Clube, Itapajé/Santa Terezinha e Parque Ohara. Além disso, reformou e ampliou 27 unidades Básicas de Saúde que há décadas não recebiam grandes reparos. Todas foram entregues totalmente climatizadas, equipadas com novas mobílias e com equipes odontológicas. 

Para o prefeito Emanuel Pinheiro,  todos esses avanços são a prova mais contundente de um trabalho sério que está sendo visto lá fora como a Cuiaba que dá certo. 

“Prometi mudar a Saúde Pública para os cuiabanos entregando um novo Pronto Socorro e concluindo obras que estavam paralisadas como verdadeiros esqueletos a céu aberto. Com o trabalho de uma equipe séria e comprometida levamos mais que isso: entregamos um hospital que tornou-se case de sucesso para outros Estado. Tudo no HMC é da mais alta qualidade, padrão particular para quem mais precisa do SUS. E cumprindo mais uma promessa voltamos os olhos para os postos de Saúde para promover qualidade de vida nos bairros, evitando assim que as pessoas adoeçam. Ainda falta muito para avançarmos, mas dá orgulho saber que em tão pouco tempo, este legítimo filho desta terra já promoveu mudanças que estão mostrando lá fora que somos um povo aguerrido, um povo que não foge ao desafio e que prova todos os dias que somos uma Cuiabá que dá certo”, finalizou o prefeito.

Foto: Luiz Alves/Prefeitura-Cuiabá

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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