GESTÃO MAURO MENDES

Investimentos do Governo de MT objetivam melhorar a vida do cidadão, diz secretário

Gallo pontuou que, além dos empregos gerados, os investimentos do Governo, sejam em infraestrutura e logística, saúde, educação ou segurança pública, também são benefícios diretos para a população.

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Economia

Foto por: Michel Alvim - SECOM / MT

O reequilíbrio das contas do Governo de Mato Grosso, conquistado após diversas medidas mitigatórias adotadas desde 2019, propiciou que Mato Grosso seja, hoje, reconhecido nacionalmente pela liderança em solidez fiscal e por ser o Estado que mais investe em benefícios para a população. A ponderação é do secretário de Estado de Fazenda (Sefaz), Rogério Gallo, no novo episódio do podcast MT Conectado, publicado nesta terça-feira (24.01).

Em bate-papo com a secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza, e com o jornalista Lucas Rodrigues, Rogério Gallo destacou que os investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso auxiliam na geração de empregos – o que considera ser a melhor política social.

“A responsabilidade fiscal e social caminham juntas. Quando você tem irresponsabilidade fiscal, você não consegue cuidar de pessoas. Hoje Mato Grosso está no azul, e o que isso significa? Mato Grosso é o estado que mais investe, e isso faz com que a gente gere empregos. Nós temos a menor taxa de desemprego do país, e nosso índice é menor até do que a dos Estados Unidos. Então, hoje, o Governo do Estado de Mato Grosso desenvolve a melhor política social que existe: a de gerar empregos para sua gente”, afirmou o secretário.

Gallo pontuou que, além dos empregos gerados, os investimentos do Governo, sejam em infraestrutura e logística, saúde, educação ou segurança pública, também são benefícios diretos para a população.

“Nossos hospitais melhoraram consideravelmente, nossa rede de infraestrutura melhorou muito. Estamos construindo quatro hospitais regionais, um hospital central em Cuiabá, que vai ser referência em alta complexidade, e estamos ajudando o Governo Federal a terminar de construir o Hospital Universitário Júlio Muller. Isso não é política social? Hoje Mato Grosso está muito mais preparado para cuidar de gente”, observou.

No bate-papo, o secretário ainda abordou outros assuntos relacionados às suas experiências no serviço público, como os desafios de quando esteve à frente da Casa Civil, em 2022, e ressaltou que a prioridade para a segunda gestão do governador Mauro Mendes é a busca por mais eficiência e qualidade do serviço público.

Confira a entrevista completa no Youtube ou escute pelo Spotify.

Fonte: SECOM-MT

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INPC tem variação negativa em agosto e soma 3,98% em 12 meses

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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para a correção anual de salários, fechou agosto em -0,32%. No acumulado de 12 meses, o indicador marca 3,98%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Agosto teve a inflação mais baixa desde setembro de 2022 (também -0,32%).

Em julho passado, o INPC também tinha apresentado deflação (-0,01%), isto é, inflação negativa. Em agosto de 2025, o indicador ficou em -0,21%.

Em agosto, o grupo de produtos e serviços que mais puxou o índice para baixo foi o chamado habitação (-2,17% e impacto de -0,38 ponto percentual). A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto na conta de luz que os consumidores receberam no mês passado.

Correção de salários

O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado como referência de cálculo para reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.

O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro no seu cálculo. O seguro-desemprego, o teto do INSS e o benefício de quem recebe acima do salário mínimo são reajustados com base no resultado do INPC acumulado até dezembro.

INPC x IPCA

O IBGE divulgou também nesta sexta-feira o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, que teve a menor taxa em quatro anos (-0,32%). 

Uma diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de um até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de um até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.621. 

No INPC, são apurados preços de 367 produtos e serviços (os chamados subitens), dez a menos que no IPCA.

O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam cerca de 25% do índice, mais que no IPCA (aproximadamente 21%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Em perspectiva inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.

De acordo com o IBGE, a apuração do INPC “tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”. 



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