PRIMAVERA DO LESTE E POXORÉU

Botelho se reúne com lideranças do interior; comitiva expõe demandas

OS MUNICÍPIOS DE PRIMAVERA DO LESTE E POXORÉU NECESSITAM DE MELHORIAS DISTINTAS NA ÁREA DE INFRAESTRUTURA. AS REIVINDICAÇÕES DE COMITIVA VISITANTE NA AL FORAM ENTREGUES AO PRESIDENTE DO PARLAMENTO, DEPUTADO EDUARDO BOTELHO

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INSTAGRAN

Juntamente com a presença da deputada Janaína Riva, o presidente da ALMT, Eduardo Botelho, manteve reunião no Parlamento com lideranças interioranas de Primavera do Leste e Poroxéu. Na oportunidade, foram expostas as principais demandas locais; Primavera e Poxoréu atendem várias comunidades rurais.

Foi solicitado pela comitiva interiorana para que a AL diligencie reivindicações para melhorar potencialmente a infraestrutura da sede desses municípios, a exemplo de pavimentação no novo distrito industrial. O setor comporta mais de 10 indústrias de médio e grande porte, e é fonte geradora de emprego e renda, assistindo diretamente e indiretamente milhares de famílias.

A comitiva enfatizou que os municípios são co-irmãos, e assim necessitam desse apoio urgentemente para melhor se guarnecerem.

Ainda pediram ao deputado Botelho para que empreenda diligências parlamentares no sentido de agilizar a liberação de recursos financeiros para aquisição de caminhão basculante, destinado à coleta de lixo local.

Botelho ouviu atentamente a comissão interiorana e prometeu que se empenhará para auxiliar os municípios a suprirem suas demandas básicas e ter plenas condições de marchar firmes para sequenciar o desenvolvimento, já realidade naquela região.

O presidente da Casa de Leis citou que também o setor educacional de Primavera e Poxoréu serão contemplados com melhor assistência.

“O trabalho parlamentar abrange focos diversos. Vamos atuar em todos os pontos, começando pela pavimentação, regularização fundiária, área educacional, etc. O importante é estabelecer um traçado de ações resolutivas junto ao governo estadual para beneficiar Primavera e Poxoréu. No que depender do apoio e empenho do Parlamento Estadual, estamos a postos”.

Texto: redação omatogrosso.com

Fonte de fotos: vídeo postado no Instagran

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Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias

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Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).

A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.

Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Vetos

Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.

O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.

Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.

Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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