ELEIÇÃO DA MESA DIRETORA DA ALMT

Botelho e Max buscam alinhamento para composição da Mesa

A eleição da Nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso acontece dia 1o. de fevereiro. Os entendimentos entre Botelho e Max, considerados políticos de alta expressividade popular em MT trânsito livre nos governos estadual e federal estão adiantados.

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Política

Foto: JL Siqueira - ALMT

Os deputados estaduais Eduardo Botelho (União) e Max Russi (PSB), respectivamente presidente e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, buscam estabelecer acordo consensual para encabeçar a nova Mesa Diretora do Parlamento. Polarizada, essa disputa pela chapa prioritária da Mesa já extrapolou as fronteiras da capital, ganhando adesão {por um ou outro candidato} interior afora.

Botelho e Max, por sua vez, mostram-se cautelosos para não acirrar ânimos partidários que acaso tenham sido gerados pelo presente embate, qualificando a presente disputa como tranquila. Experiência na Mesa, por sinal, não falta a nenhum dos dois, tendo em vista que sempre alternaram os cargos de presidente e primeiro-secretário com trabalho harmonicamente parceiro.

O certo é que a eleição da Mesa Diretora, no início de fevereiro, poderá ser definida em posições favoráveis a Botelho e Max. A prevalecer a tendência de diálogo que ora defendem, a chapa pode ser fechada sem rusgas políticas. Alia-se à busca pelo entendimento mútuo a disposição [já anunciada à imprensa e nos bastidores do Parlamento] de ser preciso ouvir as bases partidárias.

EXPERIENTES CALEJADOS

Os deputados Max e Botelho nunca esconderam que a prioridade maior é sequenciar trabalho sério por Mato Grosso. Para tanto, enfatizando a importância de contar com o importante apoio dos demais pares da Casa de Leis, a meta é implementar mais projetos que venham ao encontro das expectativas dos mato-grossenses.

“Eu e Max sempre defendemos o melhor para nosso Estado e seus habitantes, buscando alianças junto aos instrumentos executores (governos). MT, apesar dos avanços registrados nos últimos anos, ainda clama por resoluções distintas nas áreas social e estrutural. Unidos na ALMT, vamos auxiliar para que essas demandas sejam minimizadas ou efetivamente extintas. Mato Grosso pode contar sempre conosco”, afirma Botelho.

A tendência é de que eles marchem juntos novamente na Mesa Diretora, a despeito da possibilidade de alternância de cargos. Seja qual for a decisão a ser fechada, sabe-se que os reflexos de composição da Nova Mesa, com base nos parâmetros traçados pela dupla parlamentar, serão 100% positivos ao Estado e mato-grossenses. Credenciais de habilidade política  – e de forte liderança – ambos esbanjam espontaneamente.

Por JCQ, redação omatogrosso.com

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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