Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
Representantes da sociedade civil são empossados no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
De acordo com a presidente do CMDCA, Gislene Gomes Castro, um dos trabalhos realizados é o de registrar as entidades que atuam com crianças e adolescentes, além de acompanhamento de projetos e programas, sempre primando pelo atendimento aos requisitos previstos em legislação, fiscalização dos conselheiros tutelares do município, dentre outras ações.
Mato Grosso
A secretária de Assistência Social Direitos Humanos e Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira, participou na manhã desta sexta-feira (20), da posse de representantes da sociedade civil perante o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), em Cuiabá. No total, foram empossados 10 representantes da sociedade civil.
A secretária de Assistência, Hellen Ferreira, destacou a importância do CMDCA na definição das políticas públicas relacionadas às crianças e adolescentes e reforçou o trabalho sobre a função do Conselho.
“Trabalhamos em parceria e o papel no Conselho é o de debater, propor, contribuir na construção da melhor política pública. Estamos felizes com essa posse, como novo início e novo ciclo para que possamos entregar o que a população realmente precisa”, destaca Hellen.
De acordo com a presidente do CMDCA, Gislene Gomes Castro, um dos trabalhos realizados é o de registrar as entidades que atuam com crianças e adolescentes, além de acompanhamento de projetos e programas, sempre primando pelo atendimento aos requisitos previstos em legislação, fiscalização dos conselheiros tutelares do município, dentre outras ações.
“O Conselho é extremamente relevante à sociedade. Acompanha todas as demandas referentes às crianças e adolescentes do Município. Por isso, é importante destacar o trabalho realizado em conjunto com a Secretaria de Assistência Social”, explica.
Integram o CMDCA as entidades: Sociedade Hípica Cuiabá, Associação Beneditina da Providência, Obras Sociais Anália Franco, Fundação Fé e Alegria do Brasil – Filial 27, Associação de Promoção Humana e Social, Comitê Pró-Infância, Associação de Amigos da Criança com Câncer de MT, Instituto Sociológico de MT, Instituto CANOPUS, Associação de Centro América de Karatê Shotokan.
Por Júlia Milhomem – Secom-MT
Mato Grosso
MPMT fortalece transparência e controle da atividade policial
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) avançou na transparência e na sistematização de informações sobre mortes decorrentes de intervenção policial com a implementação de um painel desenvolvido no âmbito do Projeto Gipael – Olhar Atento (acesse aqui). A iniciativa é realizada em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e busca aprimorar o controle externo da atividade policial no estado.A ferramenta foi apresentada durante reunião do grupo responsável pelo acompanhamento da execução da Resolução CNMP nº 310/2025, que estabelece diretrizes nacionais para o controle externo da atividade policial.O promotor de Justiça Henrique de Carvalho Pugliesi, que atua junto à Justiça Militar em Mato Grosso, destacou a importância da origem e da compreensão da base de dados, ressaltando a necessidade de transparência na apresentação das informações. “A identificação da fonte dos dados é essencial para dar segurança à análise. Quando se esclarece que a base é oriunda da Secretaria de Estado de Segurança Pública e que o Ministério Público atua na organização, leitura e controle dessas informações, o debate ganha precisão e transparência”, apontou.O painel reúne dados organizados por ano e por Região Integrada de Segurança Pública (Risp), permitindo análises mais precisas e o monitoramento contínuo dos indicadores relacionados à letalidade policial.Para o promotor de Justiça Reinaldo Rodrigues de Oliveira Filho, responsável pela tutela coletiva da segurança pública, a publicidade das informações é um elemento fundamental para o fortalecimento do controle externo e social. “A divulgação de informações organizadas, confiáveis e acessíveis permite ao Ministério Público exercer melhor sua função constitucional e contribui para um debate público qualificado, baseado em evidências”, afirmou.Já o coordenador do grupo de trabalho e promotor de Justiça auxiliar da Corregedoria-Geral do Ministério Público, Tiago de Sousa Afonso da Silva, ressaltou o caráter estratégico da ferramenta. “O painel representa uma entrega institucional relevante ao transformar uma obrigação normativa em instrumento concreto de transparência, planejamento e controle externo. A análise dos dados deve ser contínua, com metodologia clara e atualização permanente”, destacou.Para o MPMT, a sistematização das informações representa um passo importante para qualificar o debate público, orientar a atuação institucional e contribuir para o fortalecimento de um controle externo da atividade policial baseado em evidências. A expectativa é ampliar a transparência, fortalecer a cooperação entre as instituições e possibilitar um acompanhamento mais efetivo dos indicadores pela sociedade.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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