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“Cuiabá completou dois anos da campanha de vacinação”, destaca prefeito

“As vacinas nos permitiram voltar à vida normal, ou ao que podemos chamar de “novo normal”, porque sempre precisaremos estar atentos ao surgimento de possíveis novas doenças”, acentua Emanuel Pinheiro

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ARTIGO – “Há exatamente 2 anos, iniciamos em Cuiabá uma das mais importantes campanhas de saúde pública desta geração: a vacinação contra o coronavírus. Em 20 de janeiro de 2021, no auge da pandemia de Covid-19 no mundo inteiro, com mais de 200 mil mortes pela doença no Brasil, a população de Cuiabá começava a receber as primeiras doses do imunizante, que representavam a esperança de vitória contra um vírus que ceifou tantas vidas precocemente.

Não poderia deixar de enaltecer novamente o trabalho das equipes que atuaram na campanha, sobretudo no primeiro ano, em 2021, que foi o mais complicado. Tivemos que centralizar a vacinação em um só local no começo, devido à pouca quantidade que recebíamos a cada remessa e até mesmo por motivos de segurança.

Nos primeiros meses da campanha, o ritmo de trabalho foi frenético. As equipes trabalhavam no Centro de Eventos do Pantanal de domingo a domingo, das 7h às 22h, para darem conta da demanda gigantesca de pessoas querendo se imunizar. A princípio, começaram a ser imunizados os profissionais de saúde, conforme cronograma do Ministério da Saúde e depois começamos a imunizar os idosos, que faziam parte dos grupos mais vulneráveis à doença.

Atualmente, temos 93,6% da população cuiabana com mais de 18 anos vacinada com duas doses dos imunizantes. As crianças, que começaram a ser vacinadas há exatamente 1 ano, ainda estão aquém das nossas expectativas de imunização contra o coronavírus, pois cerca de metade do público de 5 a 11 anos tomaram a primeira dose e 32% receberam as duas aplicações.

Graças a nosso bom Deus e às vacinas contra o coronavírus, vimos os números de óbitos pela doença despencarem e também a quantidade de casos. Apesar de termos algumas altas no número de infectados de vez em quando, devido a mutações do vírus, não chegamos mais nem perto dos piores momentos, quando tínhamos hospitais lotados e pessoas esperando na fila por UTIs.

As vacinas nos permitiram voltar à vida normal, ou ao que podemos chamar de “novo normal”, porque sempre precisaremos estar atentos ao surgimento de possíveis novas doenças. O importante é que hoje, mesmo que a pandemia ainda não tenha acabado, podemos desempenhar nossas atividades tranquilamente, podemos conviver com nossos familiares e amigos e ter nossos momentos de lazer. Agradeço imensamente a Deus e a todos os nossos valorosos servidores da saúde, que tanto se empenharam na campanha de vacinação. E vale sempre lembrar: Vacinas salvam vidas. Não deixe de tomar a vacina contra a Covid-19!”

Por Emanuel Pinheiro – Prefeito de Cuiabá 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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