BENEFÍCIO GARANTIDO
Sonho dos alunos de VG, prefeito anuncia passe estudantil
Também na área educacional, a gestão do prefeito Kalil Baracat vem se sobressaindo positivamente em âmbito nacional. Há modelos formatados na Rede Pública Municipal de VG que estão sendo copiados em vários municípios e estados.
Kalil tem dito que um país com educação estruturada é território propenso a galgar avanços inestimáveis em todos os setores. “É fato que a educação é fator essencial ao desenvolvimento de qualquer lugar”, resume
Política
O prefeito Kalil Baracat confirmou nesta terça-feira, 17 de janeiro, a implantação, neste ano, do passe livre para a população estudantil de Várzea Grande, segunda maior cidade de Mato Grosso. Essa notícia veio ao encontro da expectativa do alunado várzea-grandense, que há muito sonhava em dispor desse benefício.
Tendo em vista ser a primeira vez que a cidade coloca em prática tal benefício, uma série de medidas necessitam ser adotadas para que ele atenda a população especifica e, assim, atinja os resultados esperados {melhora do desempenho e da nota da referida população estudantil, além dos benefícios econômicos para as famílias dos estudantes}.
Kalil comemora mais este trunfo de sua administração, salientando que o Governo Municipal tem olhado a sede e todo o município com atenção redobrada, a fim de implementar todas as medidas necessárias ao bem-estar geral. Isso inclui a sequência de obras estruturais e ações sociais já concluídas e em curso, diz.
“Este (passe estudantil) é um dos compromissos que assumi em campanha. Tenho dedicado esforços e recursos públicos para atender continuamente nossa população estudantil”.

Foto: SECOM VG

Segundo destaca o gestor, o passe livre representa indutor na melhora dos índices educacionais. Kalil ainda assinalou que a gestão da prefeita Lucimar Sacre de Campos já cumpria com 50% do valor do passe estudantil, que agora será integral.
“Procedo de família tradicional de educadores, e é natural que priorize benefícios na área educacional, de forma coletiva. A Educação, desde que assumi, está entre minhas bandeiras de trabalho, encampando investimentos em obras, ações e na capacitação dos profissionais de ensino”.
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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